Pular para o conteúdo principal

UM MUNDO SEM AMOR

Sem amor, sem flor, sem emoção, paixão ou calor...!

O mundo seria um lugar tão frio!

Sobraria espaço para mais e mais guerras...

Não haveria espaço para nós dois

E seria o mundo ideal para os que não tem coração sobreviverem!

Seria um mundo numa total escassez poética, filosófica e romântica!

Faltaria diálogo e se formariam máculas!

Não haveria beijo e se castraria o desejo!

Uma realidade que temo até imaginar e na qual até os os sonhos não seriam possíveis 

Ou simplesmente 'não existiriam'!

Um mundo sem amor mesmo nas pequenas atitudes ou gestos...

Um mundo de homens maus, sem Deus, sem minha 'Amada Imortal' e perfeito para satanás!

Mundo cruel, desigual, sem amor e sem justiça!

De crianças desamparadas, mulheres viúvas e violadas...!

Um lugar sem lei, sem paz ou misericórdia!

Um mundo sem nada já que só o amor constrói!

Sem o brilho do sol, sem o arco-íris, o canto dos pássaros, a lua, o arrebol...

Uma estrela para nos guiar!

O que seria do mundo sem amor...?!

'Não seria', não dava e não haveria nem mesmo a própria vida!

Seria um mundo sem graça, sem risos, sorrisos, mini-saias e outros parangolès!

É o mundo sem você, é o apocalipse, armagedom... o fim de toda a história!

É uma realidade que pode parecer não estar distante, mas ainda há tempo de mudar!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!

ZANZA & BELERO

Lá no sub-bairro entre viela e varal, onde o céu tem mais fio que firmamento, há uma moça que sobe num vendaval todo fim de tarde, sem um lamento — Zanza, a dona de casa que voa no tempo. Belero a espera no terraço, rilhando o casco alado no azulejo gasto. É branco, reluzente, de prumo brando — pégaso vindo, talvez, de algum pasto entre Helicon e os quintais do Encantado. As comadres param o mexido na panela: — Vixi, lá vai ela de novo na asa! — Não é aquela a mulher do Protético, a bela? — Ele deixa, mas disse: “Não passa de casa…” Só que Zanza some no céu feito brasa. Prometeu voar só até a padaria, mas deu voltas ao mundo num trote leve: salta arco-íris, faz curva em nuvem fria, grita “Arroboboi!” pra Oxumarê, tão breve, e volta só depois que o sol já se atreve. Apolo, dizem, mandou-lhe bilhetinho — Hélio piscou da carruagem flamejante. Ela voa entre astros com jeitinho de quem pendura roupa e, num instante, vira dríade em amoreira ofegante. Talhada a malhação, como Salmacis formosa...