Estou devendo um soneto ao soneto... De forma culta exigindo escansão Ritmo, rima, toda uma perfeição! Quadra por quadra, terceto e terceto Daqueles que remetem a canção Da terra do espaguete e do cornetto D'alguma viela, comuna, gueto...?! Trazendo versos de amor e paixão! Um soneto tipo camoniano Sáfico, heroico e até 'melhor que a emenda'...! -Ou ao estilo de Bilac, parnasiano! Estou devendo e espero que ele entenda... Se o que eu fizer não for 'petrarquiano' E mesmo assim a poesia tenda!
Cintya... por algum motivo não esqueci esse nome! Por um outro não esqueci quem é, e talvez por 'aquele' ainda sei como era...! E por esse mesmo que me move a escrever, agora resolvi relembrar! Ah, Cintya... éramos da mesma sala...! E quando você chegava... ali no meu canto eu permanecia enquanto a mente naquele tempo vago 'viajava'! Era Cintya e aquela outra colega...?! - A Alessandra! Mas Cintya é quem ficou gravada e registrada no livro da memória! Quem ainda assina a presença nos 'stories' de uma rede social, que 'ainda usa aquele uniforme colegial'! Cintya... lembro desse nome por achar bonito... bonita...! 'Dario' dos livros ou 'apostilas' de história, mas que não confundi com um outro rei desse império também passado! Com quem 'trai' Norma Rosa que também nem imagina que disputava a minha atenção! Que quase se sentou do meu lado e que me perguntou por aquele trabalho em grupo que eu também 'só coloquei o meu nome'! ...