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À BELEZA DE ZANZA!

Que é tudo isso... que já falei e repito! E que não se cansa como eu que insisto! Da arte de Deus, trabalhada com 'treinos'...! De 'Zanzibar', Grécia Antiga e outros reinos! Da mulher anjo dum poeta e servo! Do seu pégaso tatuado e eterno! Do seu nome composto, mas sendo única! 'Cípria' e tendo uma canga como 'túnica'! Que zanza ou permanece em pensamentos...! À perfeição do amor e seus momentos!
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AO SOL NA ESCÁPULA...

Segue aquele corcel alado E lindo feito o anjo que o leva Naquele dorso tatuado! Fantástico e eterno em seu mito! Galopas e zanzas céu afora... E em sonhos onde ainda o fito! Que a acompanhou em cada corrida Suando, bufando e trotando... Nas costas, na pele, na vida! Me faz Quixote e delirante! A eleva a musa e 'elisangélica'...! E ao inferno de amar, esse 'andante'! Ao sol de ícaro e além do arco-íris... Horizonte, 'Belerofonte'; A paixão que alguém faça caíres! Sob um 'top', babydoll n'alcova...! Permanecendo em minha mente 'Tatuado' inda que o remova!

A DAMA E O 'UNIPÉGASO'

A quem estendo um tapete com versos! Que possui uma tenda em meus pensamentos; Sagui e outros pets ao invés dum leão! Seu 'gosto de amora' do sobrenome... Foto diante do espelho, imagem de anjo; Do pégaso nas costas as suas asas! E a maciez da pele, só imagino...! Som de harpa tinha aquela sua voz...! Do Fisiólogo e dos meus escritos; Mitologia 'greco-suburbana'! Flores em volta na estampa dos shorts, Seu olor nas peças que iam pra 'criada'...! Pro baú, gaveta ou museu dos sonhos E estando entre os tantos de meus desejos!

JULIA LINDNER!

Me surges numa 'entrada' repentina...! Como faz o amor que também tá no ar! Desse mesmo que quero 'reportar' À tamanha beleza pequenina! Julia... que faz jus ao 'segundo nome'! Linda... em contraste com certas notícias! Sem imaginar as paixões propícias... Quando na tela empunha o microfone!

PAJADA A RAQUEL PORTO ALEGRE

Só em você presto atenção... Até nas tattoos, sabia?! Raquel de Santa Maria... Prenda da televisão...! 'Repórter do palavrão!' Uso caneta vermelha Pra combinar com beleza E tom que deu a natureza De paixão, fogo e centelha De um ruivo até a sobrancelha!

CADENUS E VANESSA GIÁCOMO

Beleza e paz num clicar...! Da moça com sorriso sem igual Nessa trama a começar Vem cabocla ler esse madrigal, Meu sonho e se aventurar...! Fazer novela essa vida real! Cadenus vem se juntar... Borboleta e Onisèwè no quintal... E escuta o trem de minério a cantar, 'Toar' em seu ritual!

SONETO AO SONETO

Estou devendo um soneto ao soneto... De forma culta exigindo escansão Ritmo, rima, toda uma perfeição! Quadra por quadra, terceto e terceto Daqueles que remetem a canção Da terra do espaguete e do cornetto D'alguma viela, comuna, gueto...?! Trazendo versos de amor e paixão! Um soneto tipo camoniano Sáfico, heroico e até 'melhor que a emenda'...! -Ou ao estilo de Bilac, parnasiano! Estou devendo e espero que ele entenda... Se o que eu fizer não for 'petrarquiano' E mesmo assim a poesia tenda!

CINTYA DARIO

Cintya... por algum motivo não esqueci esse nome! Por um outro não esqueci quem é, e talvez por 'aquele' ainda sei como era...! E por esse mesmo que me move a escrever, agora resolvi relembrar! Ah, Cintya... éramos da mesma sala...! E quando você chegava... ali no meu canto eu permanecia enquanto a mente naquele tempo vago 'viajava'! Era Cintya e aquela outra colega...?! - A Alessandra! Mas Cintya é quem ficou gravada e registrada no livro da memória! Quem ainda assina a presença nos 'stories' de uma rede social, que 'ainda usa aquele uniforme colegial'! Cintya... lembro desse nome por achar bonito... bonita...! 'Dario' dos livros ou 'apostilas' de história, mas que não confundi com um outro rei desse império também passado! Com quem 'trai' Norma Rosa que também nem imagina que disputava a minha atenção! Cintya Dario... ou 'cardui' feito aquela borboleta...! Que quase se sentou do meu lado e que me perguntou por aquele tra...

DECLARAÇÃO DE PAZ

E eles insistem com mais guerras...! Enquanto eu não me canso e persisto pedindo paz! Suplicando, orando, pregando, declamando, 'declarando'... nunca é demais! Conflitos que atravessam a história... mísseis e caças, a barreira do som em um segundo! Mais uma guerra lá do outro lado do mundo(pra lá de Teerã)... ou logo ali ao dobrar a esquina e se deparar com uma bala perdida ou num beco de alguma parte dessa cidade partida! Mais guerra... e a paz sempre maior que os motivos desses homens tão pequenos! Drones, destroyers, megatons... Dumont, olha o que levam e despejam seus aviões...! Einstein, o que querem fazer de seus prótons e nêutrons...! Paz... que espero, peço, prego e escrevo até ao contrário tendo 'zap' para enviar sua mensagem, mas se 'zapeio' a TV encontro mais guerras! Paz... de espírito, do Senhor, Príncipe da Paz...! Seja na terra, num espaço aéreo fechado até para uma pomba branca, nos golfos e nos morros com as flores de Cartola calando essas '...