Pular para o conteúdo principal

Postagens

CINTYA DARIO

Cintya... por algum motivo não esqueci esse nome! Por um outro não esqueci quem é, e talvez por 'aquele' ainda sei como era...! E por esse mesmo que me move a escrever, agora resolvi relembrar! Ah, Cintya... éramos da mesma sala...! E quando você chegava... ali no meu canto eu permanecia enquanto a mente naquele tempo vago 'viajava'! Era Cintya e aquela outra colega...?! - A Alessandra! Mas Cintya é quem ficou gravada e registrada no livro da memória! Quem ainda assina a presença nos 'stories' de uma rede social, que 'ainda usa aquele uniforme colegial'! Cintya... lembro desse nome por achar bonito... bonita...! 'Dario' dos livros ou 'apostilas' de história, mas que não confundi com um outro rei desse império também passado! Com quem 'trai' Norma Rosa que também nem imagina que disputava a minha atenção! Que quase se sentou do meu lado e que me perguntou por aquele trabalho em grupo que eu também 'só coloquei o meu nome'! ...
Postagens recentes

DECLARAÇÃO DE PAZ

E eles insistem com mais guerras...! Enquanto eu não me canso e persisto pedindo paz! Suplicando, orando, pregando, declamando, 'declarando'... nunca é demais! Conflitos que atravessam a história... mísseis e caças, a barreira do som em um segundo! Mais uma guerra lá do outro lado do mundo(pra lá de Teerã)... ou logo ali ao dobrar a esquina e se deparar com uma bala perdida ou num beco de alguma parte dessa cidade partida! Mais guerra... e a paz sempre maior que os motivos desses homens tão pequenos! Drones, destroyers, megatons... Dumont, olha o que levam e despejam seus aviões...! Einstein, o que querem fazer de seus prótons e nêutrons...! Paz... que espero, peço, prego e escrevo até ao contrário tendo 'zap' para enviar sua mensagem, mas se 'zapeio' a TV encontro mais guerras! Paz... de espírito, do Senhor, Príncipe da Paz...! Seja na terra, num espaço aéreo fechado até para uma pomba branca, nos golfos e nos morros com as flores de Cartola calando essas '...

VERÃO DE 96

Tava no meu ginásio, adolescência... Tal fase onde se sonha por excelência! Mais um ano de prova, teste ou exame E entra na sala a tal de Dona Helane! Também jovem e linda quão a inocência... Em nossos gozos, muitos por 'carência'! Lembrá-la faz com que essa matéria eu ame! E até quem reprovastes não reclame! Casar com a gramática, dizia... Mas nem me concentrava quando a via! - Déficit d'atenção, culpo a beleza! E daqueles trabalhos que fazia... Do que aprendi dedico a poesia... - Mestra e musa de língua portuguesa!

#POESIA_(3.0)

Recorro a poesia para me refugiar ou se preferir, escapar desse tom de cinza que encarde a realidade desse planeta azul, me utilizando de uma 'válvula de escape' que me projeta para além do arco-íris, horizonte ou uma zona de conforto  em algum lugar entre essas estrofes! Um último recurso quando se esgota a razão... um apelo para a emoção! Os primeiros sinais de quem ainda 'sofre' desse lindo mal dos séc'los nesse milênio! Me utilizo de poesia para bancar o artista, para escrever o que tenho a dizer... mostrar quem sou, que sou, sempre fui, nunca ou quem sabe serei! Para transcrever ou tentar traduzir um sonho e com minhas conclusões o que a vida tem para ensinar! Poesia como arma para me defender dum desamor, matar o tempo, vencer angústias ou 'fingir uma dor'! Para dizer o quanto você é tão 'tão'... Para falar da virgem ou dama que doma e pega o pégaso ou o único unicórnio, e dos últimos... Essas saias como invólucro ou 'véu de coxas', sol...

MUSA E DESTAQUE

Mulher anjo que rege a poesia... Cujas asas do pégaso na escápula... Fazem que eu 'zanze' do real a fábula! E me trazem inspiração e alegria! Ó deusa com semblante de menina... Fada cujo sorriso é que ilumina... Nome de anjo e a imagem, a tentação! Escultura, e nosso Deus, o Artesão!  Ente dessa minha mitologia... Sonho recorrente, loucura santa! Ninfa que mais esse sátiro encanta! Musa e destaque dessa fantasia!

LILI

🌾 Vi Lili no meu cochilo, sob um arco-íris torto. O pasto era um céu tranquilo e o beijo, um doce aborto. 🌼 Tinha lírio no barranco, e Itaperuna ao fundo. Uai, sô... num era um sonho? Mas jurei que vi o mundo! 🌀 Com a brisa do Retiro e os bois mugindo o luar, o trem doído que eu suspiro numa sesta veio amar. 👘 Ela vinha — falsa-nissei — numa minissaia jeans... Ô danada, eu nunca sei se ela é flor ou querubins. 🎋 Do Muriaé ao meu leito, só tem curva e devoção. Meu tesão nem é direito, é platônico, é paixão! 📡 Tantas antena parabólica na paisagem do sertão... mas sinal do amor da Lili só pega no coração! 💋 Ela disse “hen, seu danado...” e puxou meu braço à toa. Na ilusão fiquei colado feito visgo em peroba boa. 👣 Seus pés descalços, sapequeiros, pisam sonho, barro e vinho. O que é longe vira cheiro no meu sonho de sozinho. 🌈 No tal pasto encantado tudo era manso e de vidro. Nosso amor — meio inventado — era bom, mas era lívido. 🧿 Tem um canto lisergínico no olhar da Lili sô... ...

SIGO...

E por aqui sigo te amando... Firme e 'forte', vivendo, sobrevivendo, conforme for dando e Deus mandando! Sigo lembrando, pensando, estando, caminhando, morrendo(de amor), de pé ou sonhando! Sigo...? Talvez consiga, contigo(ou sem), 'consigo', comigo rumando, 'me arrumando',  remando, insistindo, acreditando! E vou levando...! Vivendo desse amor que sigo alimentando... lamentando! Enquanto a vida segue, há esperança... for suportando, não desanimando, a chama queimando, o sentimento lembrando, demasiando, chamando, estando, existindo, persistindo... se 'eternizando' enquanto for durando!

O VESTIDO DE UMA FESTA

Ah, o vestido da dinda do Biano...! Solto, livre e alegre naquela festa... Carrruagem e 'funk como orquestra'! Duma debutante no 'alto dos trinta'... De 'oliva incerto' minha mente o pinta! E dentre as coisas boas daquele ano! Das fantasias e espinhas na testa...! Dum moleque de ginásio; na 'quinta'! Que ao pensar em tal peça ainda a sinta! Decote em 'V', evasê, cetim, 'pano'...?! Num prendedor, 'bazar', altar profano...! Daquele tempo e festejo, o que resta!

DA CANGA DE ZANZA...

Daquela canga de Elisângela... Mandei fazer uma fronha Pra também embalar meu travesseiro Com tudo aquilo que se sonha Sob o que levou o seu amor e 'tempero'! Pra fingir ter o seu colo... Dormir ou morrer por esse amor Mas, tendo o seu 'dolo'! Com essa fronha que já foi uma canga...! Podemos ir juntos àquela praia... Você, cabelo ao vento, pé na areia...! Feito as ondas, pra lá e pra cá, e na saia; 'Licorne marinho' leva a sereia! A última daquelas peças doadas... Com o teu cheiro e o perfume de hibisco...! E algumas lembranças estampadas...! Que pego, cheiro, me envolvo e mordisco! Com essa canga 'que é Elisângela'...! 'Saída' que se mantém na mente! Pareô duma nativa utópica! Parangolé que te faz envolvente! Manto de deusa afro-greco-nórdica!