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FÔLEGO DE ESTRELA

Uma palavra... para se dar, receber, encantar, se saber, responder, mágica fazer!  Quero ouvir o som de algum coração ao norte...  O ventre, o bélico belicoso... umbigo, umbilical luminoso!  Inda tem as têmporas... Ó mundo tão louco e bom...!  Estou aqui ao léu de algumas convicções... se conceberam lindos absurdos ali!  Uma faca, gumes... viajando entre espaço-tempo(têmporas) e estrofes aleatórias!  Estou mal ou de mal com o tempo!  Ele passou e eu nem vi! Com uma flauta emprestada e 'licenciada' por Èsù posso domar essa sua saia godê, um outro parangolê  Ou alguma serpente que possa 'jiboiar' nesse jardim fechado!  E por falar em saia...  PROCURA-SE: aquela Mamãe anônima da fila do Posto cujos filhos devem se chamar João e Maria.  Que estava 'há duas pessoas na minha frente', trajava um blusão preto e uma saia branca com estampas geométricas(platônicas).  Ela tinha um BOROGODÓ consigo e sumiu levando o meu amor! Acabei de fazer respiração boca-a-boca numa estr
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FORMA DE CORAÇÃO

O amor é feito de seus lindos momentos... De união, harmonia, da paz de um sorriso, De alegria, tristeza... é 'agridoce' ou de chocolate e em forma de coração! É feito de muitas coisas ou talvez todas... é completo, completa, soma, multiplica, 'se divide' e constrói! É feito de borogodó, parangolê, tem 'cheiro de xedô', feito de tatibitate, tergal, viscose, lycra,  'De Vênus', seda(de lençóis)... Do mesmo tecido que são feitos os mais lindos sonhos sejam delirantes ou 'de padaria'! Feito com poesia adicionado à sua sopa de letrinhas! Feito de ocitocina, gozo(ao ser feito), da polpa do fruto proibido, ambrosia, Maná, manjar, padê... É feito de fé, esperança, e feito oração pode tudo em seus efeitos! É perfeito... Tem gosto de mel, hidromel da poesia e cheiro de flores que estampam vestidos! Feito de sal da terra, suor, lágrima, Sazon, sob encomenda da felicidade E de coração para coração! Feito do que há de melhor nessa vida! Feito para 'se fa

ZANZA!

Zanza tem um 'unicórnio alado' e tatuado nas costas!  É a mulher de um amigo e uma das tantas musas de um ‘prazer solitário’!  Zanza com suas saias de estudante e shortinhos de ninfeta saltitante...!  Parece ter noção de quem é linda e não hesita em tão lindamente ‘se mostrar’!  Zanza é Elisângela Moreira e ‘Zanza’ o codinome carinhoso  Que só em ouvir já dá pra delirar!  Zanza gosta de aeróbica e a pratica como 'religião'  E com sua 'ergométrica voadora' já passou da 'casa dos trinta’, mas isso nada quer lhe dizer!  Zanza é também um tipo de vinho que não envelhece e se envelhece é melhor de se beber!  Geração Coca-Cola e 'refresco de refrigerante'! Ela brinca nos jardins de sonhos pervertidos, cheirando as rosas do amor e colorindo o meu ar...!  Zanza saborosa, amorosa perfeição, dourada, adorada, púrpura e fluorescente...  Zanza e dança com a canção!  Tão pequena e gigante em seu borogodó!  Zanza quer ‘zanzar’ na libido selvagem de um querer liber

RAMAL LUNAR

Segue o trem do ser...  Que margeia, permeia e emparelha com uma via-láctea! Aos hectares de terras se plantarão fungos pelo espaço rodado em rodagem sideral!  Milimétrico cada espaço-tempo que percorro ao atingir nada!  Uma fonte de abóbada boreal clareou e melhorou o tempo!  As câmaras de gás neon... um século vácuo espaço e tempo mil e uma noites em bordas de linda e mais clara concepção!  Atrai agora essas mariposas de purpurina da mais cintilante...!  Exuberantes em carnavais que ainda não vejo!  Sai de sete mares virgens das mais lindas e um cadafalso galopante... não queria, não queira navegar se não for preciso...!  Mas o poeta disse e num disse me disse também disseram que o mundo acabaria num domingo... sem cachimbo!  Rotas são estelares ou celulares... me conecto com o além da fronteira, e lá, advinha...?! Está o meu amor... 'aquele'?!  Inimigos arrotam infâmias... o que será deles?! Estou vivo para a tristeza de muitos, felicidade geral! Estou louco, então tô legal!

VALE POEMA

Vale um poema, o amanhecer, o brilho do sol, da lua,  Da luz da rua e até o 'chover'! Tudo vale um poema, tudo vale a pena e se é preciso viver! Do poema vale cada palavra, estrofe, espaço, lágrima, riso, rasura! Vale viver um sonho e vale a pena até a loucura! As alegrias, as doenças, os encontros, desencontros, o sim , o não, O certo, o errado, o tudo, o nada! Tudo vale um poema como no amor e na guerra também vale o 'tudo'! Os deuses, seus desígnios e mantos imitados pelos vestidos das mulheres! As saias das professorinhas, as de Dona Helane, aquela de chita de Drummond...! Vale um poema os vales, as montanhas, os mares, o Bojador, A praia de Sahy, seu trem de minério 'lá atrás', e a areia do deserto de uma Arábia Feliz! As flores, os espinhos, o mel, a abelha, o ferrão, a borboleta, o casulo, a lesma, Os 'caracóis de Adélia'...! Vale um poema, até dois ou mais, nós dois, a nossa vida, a história da minha  E a dos outros! Um dilema, um problema, um Ra

A LIRA DO CAMPO

Olhai esses lírios do campo... O luar e céu estrelado de sertão! Lamparina, pirilampo... O crepitar no fogão... Sinta o cheiro do café ao lado do pão!

ALEXA, ADICIONE LEITE À MINHA LISTA DE COMPRAS

O sonho... e o sorriso que se abre feito flor em campo aberto! Feito de flor para um deserto-oásis que engana nessa linda imagem que traz a poesia do ser!  Paisagem... que melhora num só pensamento...  Tudo vai bem por um momento, mas a guerra tá lá! Tic-tac e bum! Tempo esgotado... e logo se entrega o amor para aquela flor!  Um peito também aberto parece marca de tiros, mas são garras quando chegamos mais perto e o vemos descoberto!  E tudo por obra da paixão... Ah essa paixão.. deixa ela lá!  logo vai passar, se acalmar como a tempestade faz lá no quintal!  A terra, quimera, a água o sal... abissal!  Submarinos náufragos de outras eras, outras guerras... A lista negra para, e já é escrita automaticamente e advinha... é paixão!  Quer que venhamos a morrer em alguma cama de campanha partindo de qualquer coração! Partindo daquele peito aberto, perfurado para se plantar flor! Agora a luz do ser, agora o momento, instante que chegou, se apaga a luz, tudo acabou!  Desespero em algum oásis

RONDÓ DO BOROGODÓ

Hummm... ela tem borogodó! E desse tal ela usa e abusa! Se faz a dona, e nossa musa! Nos usa, lambuza sem dó! 'Coisa' que faz dela a melhor! Cuja a explicação é tão confusa! Hummm... ela tem borogodó! E desse tal ela usa e abusa! Na pele, na veia, suor...! Deixado no short, na blusa... Quadrado, soma, hipotenusa... TUDO que for rimar com ó! Hummm... ela tem borogodó! E desse tal ela usa e abusa!

A LIRA DO AMANHECER

Ó esse meu sol da manhã! Um sol nosso de cada dia ou 'cada um'! Do Oriente ou de Tupã Todos temos em comum! Que alumia a nossa terra desde o Orum!