Pular para o conteúdo principal

Postagens

PAI...!

Aproxime o seu cálice para brindar mais esse seu dia! Com sua figura paterna, que participa e basta, e se ausente,  'presente' mesmo que em espírito! Pai... Herói, Eterno e se 'bandido', ainda seu pai! Pai e filhos, filhos e filhas sabê-los... Que os deixa viver a vida, e dos que os deixam aos que voltam no fim do dia! Pai ignorado, lembrado, quem ama, cuida, cria, faz, tanto faz...! Se presenteia e 'se faz presente'! Papai Noel... e que todo o tempo sempre foi ele! Chefe, arrimo, esteio, Leão da tribo... Pai, Filho, Espírito... pai de santo, pai de todos e 'só esse que tá aí' que se aperta a mão, se cumprimenta, toma  bença  e dá aquele abraço!
Postagens recentes

O MEU ÚLTIMO SOBRE O AMOR

Só podia ser o amor... Pra me deixar 'assim'! Desse jeito que fica quem ama... Com esse sorriso, esse olhar, esse brilho... essa chama! Qual outro sentimento explica esses gestos e comportamento?! Só o amor deixa assim... Alegre sem se 'saber o porquê'... sem sentir! Mas se sabe muito bem 'quem é o porquê' e o que é sentido! É amor... só podia ser! Que chega bem assim, de  mansim , sem se esperar, 'querer saber' e se fazendo saber assim! Que me faz feliz, cantar, sonhar e até ser poeta! Me dá paz, me faz viver, me dá direção e acerta em cheio com essa mesma 'seta'! Só podia ser amor... O que me torna tão delirante, suspirante, suplicante, confiante, amante ou 'galante'! No cultivo da 'Natureza Morta' nessas estampas de cores vivas e vibrantes nos parangolês esvoaçantes dessas passantes tão elegantes! Por estas ou outras mulheres ou musas alheias ou até aquelas que se mostram 'alheias' a esse sentimento! É amor... o que tá...

AO BOROGODÓ DA NIL!

Ah, Nilcea esse teu borogodó...! Localizado logo ali na esquina do pecado E que faz de mim seu poeta e 'filho' apaixonado! Ou um pobre diabo me contentando em ser só mais um vizinho afastado! Ah... Isso ou aquilo que não sei explicar o que é...! Talvez seja o mesmo que parangolé...! Como apelido os trajes que te revestem, cobrem, 'despem' e também te fazem essa mulher! Borogodó que inspira... Que rima com o suor que transpiras! Que não fede, mas cheira: é perfume de fulô de ninfeia brejeira! Tem um 'quê' de não sei o quê, o ó de um louvor, 'dó' de trovador e menos de mim! Viço de uma fruta madura, gosto de uma proibida, dengo e resultado de uma linda mistura! BOROGODÓ quando sais no portão, sob aquele vestidão, num short... Quando entras e a perco de vista, mas não da imaginação! De mulher do 'zotro', 'na pista', na calçada ou se tiver por aí num terraço! Que trazes do Engenho da Rainha, nos pés(ou canela), de Angola, cabana 'dos Barr...

O PARANGOLÊ DA PROFESSORA HELANE

No ginásio antigo eu fingia copiar matéria no caderno, mas minha mente cometia um pecado quase moderno: queria era ver Dona Helane desfilar seu verão eterno. Ela entrava na sala risonha com seus livros e seu colar, e a turma toda se componha tentando ao menos disfarçar… mas eu virava conjunção querendo nela me ligar. “Casem com as conjunções!”, dizia, num mantra de português; e eu, perdido em fantasia, pensava outra insensatez: queria casar era com ela desde a sétima talvez. Ah, Dona Helane passando no vestido floral serelepe… meu coração ia tombando feito aluno que se derrete; aquele parangolê colorido era aula prática da febre. Tinha cheiro de maçã nova, de diário recém-comprado, de recreio, chuva e prova, de sonho mal comportado; e eu só faltava conjugar “amar” no particípio apaixonado. Quando ela erguia uma maçã rindo pelos arredores, parecia de manhã a rainha dos professores; e eu, ex-aluno tardio, colecionando rubores. Hoje o tempo deu distância, barba, boleto e condução… mas bas...

PARA CELINHA

> Valquíria de Xangô danada, > me amarrou num fio de luz, > com sainha encabulada, > que mais cega que reluz! > Galeguinha do Seridó, > flor do agreste sem jardim, > era só mais um xodó — > mas só eu que via assim. > Portão cheio de criança, > um no bolso, dois no pé... > Teu borogodó balança > mais que a rede de Canidé! > Faltam os papos que não demos, > risos bobos sem ter fim... > Ai, Celinha, nem sabemos > o que havia por mim! > Short clochard e saia torta, > dos desejos que passei... > Tu danava e eu na porta, > vendo tudo que não sei! > Dizem que gostava 'por trás'... > e eu só dizia: “oxente!” > Que culpa tenho se a paz > me vinha por tua frente? > Era linda, era miragem, > era mirrada ilusão, > oásis em paisagem > de um deserto coração! > Teu riso com as parentas > era o sino do lugar. > Até falando das tenta, > tu sabia encantar! > Sumiu, musa potiguar, > do portão pra...

DUDA DALPONTE!

Vi uma fada na geral... Que me fez perder o 'lance'! Com beleza fascinante, Jeitinho angelical, Tão desportivo e musal! Prendinha catarinense E de programa esportivo! O Ibope competitivo... Nessa tela fluminense, Mas sua beleza vence!

DÉCIMA DA CELINHA

Lá das bandas daquele Seridó...! Sua origem, seus trejeitos; tudo o mais! Dentre as tantas riquezas culturais... Vens somar com o teu borogodó! Preu fazer poesia e até forró Os bordados, a taipa da casinha... E uma rede onde deitas à tardinha! Lá do 'Norte', tão longe pra aqui perto! E naquele portão era quase certo... Ao passar ver que ali estava Celinha!

'DONA ELISÂNGELA!'

Como se chama a senhora do Rico! Que é Moreira e Moreira ao invés de 'Melo'! No terraço, torre de seu 'castelo'...! Que é dona, rainha ou 'coisa' do tipo! Filha caçula da Dona Naná! Com seus filhos já criados e até netos! De collant, correndo, quantos metros...! E essa beleza sempre a acompanhar! A sua 'faixa' e o unicórnio 'nas costas'...! Tamanho de anjo e riso jovial! E o charme... que nem o da filha é igual! Os tops, shorts e o respeito que também gostas!

CELINHA!

Flor do mandacaru que brotou ali E naquele portão, que vinha se abrir! Trazendo o Seridó ou sua Natal Mas sendo daqui dessa capital! Naquela calçada a reunião Era onde sua família ia se juntar Seja pra falar dos outros ou pra festejar! E ela também vinha para 'bordar'! Celinha....! Que lembro que ficava no seu portão Rodeada de filho ou com o maridão Enquanto eu de passagem pra qualquer lugar! Celinha....! Que morava logo ali ao alcance da visão Passando bem perto do coração... Batendo igual 'zabumba' pra essa potiguar! O cabelo loiro que ela tingiu 'Valquíria do Nordeste' desse Brasil! Que por algum tempo representou Ali naquela vila onde morou! E foi quando senti paixão Naquela calçada ao avistar Flor do mandacaru que fora brotar... Entre filhos, marido, portão e num short clochard! Celinha....! Que lembro que ficava no seu portão Rodeada de filho ou com o maridão Enquanto eu de passagem pra qualquer lugar! Celinha....! Que morava logo ali ao alcance da visão ...