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DE CORAÇÃO!

  Não tente explicar as coisas de um coração... Coisas que vêm lá do fundo seja do peito, Da alma e de um sentimento profundo! Pra que explicar o que não tem explicação... O que se sente, se quer, o que se vive, O que sequer se pode mensurar e o que se faz só com coração?! Coisas de um coração apaixonado, confuso, 'embriagado' Ou mesmo magoado... um coração partido seja por qualquer motivo, Mas que logo perdoa o seu endividado! Falo de coração das coisas que sinto por você... Das coisas que já fizemos ou daquelas que pelo menos lembram nós dois! Coisas feitas de coração para coração... São coisas desse órgão caridoso, enganoso, sagrado, sangrado E que nos leva a perder a cabeça e tomar rumos que dão numa via-crúcis até a paixão! Tudo isso cabe e vem de um único coração... Quando é grande, cheio de amor pra dar, receber  E se completa ainda mais ao se comprimir num forte abraço! As coisas de coração são assim... As melhores coisas do mundo, exageros, absurdos aparte...! São razõ
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PARA OS POETAS MORTOS

De séc'los, amores e temores passados! De outras vidas, castelos e condados! De amores de meninas, donzelas e senhôras De escravidões, guerras, tragédias ou comédias d'outrora! Deram graça, cor e paixão para aquelas e essas vidas! Fazendo acreditar que para tudo há um sentido ou saída! Registradores de sonhos em pedras fundamentais e 'filosofais'! Grandes alquimistas de ideias épicas e atemporais!

DE VERMELHO...!

  Quando ela veste vermelho o meu dia fica azul! Minha esperança sempre viva e verdejante  Mostra seus frutos, e minha face alegre Também se enrubesce! Quando ela está de vermelho Esta é minha cor favorita, Essa realidade perde seus '50 tons'...! A vida ganha a tonalidade e tecido dos sonhos E esse outono se torna 'floral'! Vermelho-fogo, diabo e das forte paixões, Do fogo da guerra e das rosas nos canhões! Ela me aparece de vermelho e me assombra com o seu esplendor, Tinge a paisagem de fascínio e faz desaparecer o meu desamor! Vermelho-maçã, Xangô, Iansã, bordô, vinho, carmesim, 'Crimson Queen'...'vermelho dela'! Ela chega de vermelho trajando as 'cortinas' de um lindo espetáculo... Um vermelho-Marte, 'Vênus', Afrodite, mar da Bíblia e do livro de Mao De capa dura, mas sem perder a ternura! Quando ela 'pinta' de vermelho ela me provoca, borda e retoca Dando mais esse tom para o que já me provocava com qualquer outra cor! 

APRENDIZ

Com o amor além de 'se amar' também se aprende a viver! Com o amor eu não só aprendi a sonhar, Mas também a viver um sonho! Aprendi a ser feliz e até mesmo a voar...! Ah, o amor... melhor professor não há! Melhor remédio, melhor resposta... A melhor dica e maestro na regência perfeita entre os corações! Aprendi com o amor e 'com amor' a enxergar as coisas por outro ângulo... A enxergar o outro...! Que tudo é belo, tudo é bom e se pode perdoar! Com o amor se aprende o que a ciência não explica... O amor nos confunde, constrói, 'funde' e ao mesmo tempo em que corrói! E sua conclusão muita das vezes se chega na cama! Como a vida e as outras artes e histórias o amor também ensina! Não faz preço, distinção, mas tem apreço e suas lições são das mais valiosas! Aprendi com o amor fazendo aulas práticas e teóricas com esses versos... Aprendi a ouvir o coração, a enxergar de olhos bem fechados e a gemer sem sentir dor! Aprendi que ele pode ser ágape, de mãe, de Eros, mas

GIZ!

  E só restaram fotos... De tudo e ‘de nada’ Do que foi, do que não foi E do que poderia ser e também não foi! Fotos velhas e inválidas Estampando e vegetando nos álbuns E na parede desse meu quarto escuro! Fotos em preto e branco, sorrisos amarelados E de todas as cores! Fotos coloridas de todos os tempos  e amizades também coloridas hoje desbotadas! E cada foto registrava um momento, um sonho E cada foto é vestígio, um fragmento Ou mesmo os destroços do castelo De um reino que já existiu! Fotos dela à beira daquela praia distante Num lindo pareô! Fotos minhas à beira da loucura, Numa festa que me levaram à força! E só restaram fotos... Que posso rasgar com a maior facilidade E assim esquecer! Fotos da vida que morro com cada suspiro de recordação... Só me restaram fotos e um registro de alegria e tristeza  'Batidos' pelo meu coração!

DE MUDANÇA PARA UM 'VESTIDO'

  Vou partir de mudança para o seu vestido! Me despindo de uma vida sem cor, estampas... Passando a ser por tão lindo amor revestido! Vou me embora para o interior... 'do seu vestido'! 'Passando' ou surfando por dobras ou regaços E regar a beijos seu campo florido! Vou acampar e usar como 'lona' o seu vestido! Sendo ele de 'seda'... ou o que seja, e que me sedas Teu seio, teu corpo ou calor como um abrigo! Eu vou me refugiar nesse teu vestido...! Longo como deveriam ser as relações E me acolhendo sem ter como um 'pervertido'!

*LUA, MÃE DOS POETAS

  Lá no céu prateada e nua Brilha, brilha a imponente lua! E eu me perco em meus poemas tolos E te procuro como a um tesouro! A lua cheia e feliz além dos montes A irradiar sua luz de poesia e amor Sobre nós nesse luar! E a noite tão criança é por ela guiada Ao lado de boêmios e morcegos Que vagam pela rua! Lua mãe dos desejos dos casais e da menina... Que nunca mostra sua face negra e nossos sonhos ilumine!