Tava no meu ginásio, adolescência... Tal fase onde se sonha por excelência! Mais um ano de prova, teste ou exame E entra na sala a tal de Dona Helane! Também jovem e linda quão a inocência... Em nossos gozos, muitos por 'carência'! Lembrá-la faz com que essa matéria eu ame! E até quem reprovastes não reclame! Casar com a gramática, dizia... Mas nem me concentrava quando a via! - Déficit d'atenção, culpo a beleza! E daqueles trabalhos que fazia... Do que aprendi dedico a poesia... - Mestra e musa de língua portuguesa!
Recorro a poesia para me refugiar ou se preferir, escapar desse tom de cinza que encarde a realidade desse planeta azul, me utilizando de uma 'válvula de escape' que me projeta para além do arco-íris, horizonte ou uma zona de conforto em algum lugar entre essas estrofes! Um último recurso quando se esgota a razão... um apelo para a emoção! Os primeiros sinais de quem ainda 'sofre' desse lindo mal dos séc'los nesse milênio! Me utilizo de poesia para bancar o artista, para escrever o que tenho a dizer... mostrar quem sou, que sou, sempre fui, nunca ou quem sabe serei! Para transcrever ou tentar traduzir um sonho e com minhas conclusões o que a vida tem para ensinar! Poesia como arma para me defender dum desamor, matar o tempo, vencer angústias ou 'fingir uma dor'! Para dizer o quanto você é tão 'tão'... Para falar da virgem ou dama que doma e pega o pégaso ou o único unicórnio, e dos últimos... Essas saias como invólucro ou 'véu de coxas', sol...