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SONETO A ELISÂNGELA APARECIDA(LILI)

Aquele nome de anjo e 'meio garça'! Sonho, o real; limites ela passa! Além daquele arco-íris a espero! Deusa em forma de harpia que eu venero! Rasante no  ri  e tão cheia de graça! E depois do arco-íris, já na praça! Tabatinga, tijolo; ri amarelo ! Seu 'vestido de Dorothy', tão belo! E dentre as maravilhas desse Estado Gata risonha, lebre que me atrai... 'Lírio', com outras flores tatuado! Eu tento me conter, teso me trai! Casa de taipa, 'Kansas', sou levado... Por esse furacão que gozo extrai!
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SONETO A ROSANA JATOBÁ

Deusa da terra de todos os santos De onde se plantando, tudo se dá! Terra à vista, e também um jatobá! Que dá nome a morena em mil encantos! Onde aportaram filhos de orixá De índios que se encontraram com os bantos Maracá, atabaque, toques e cantos! E essa obrigação de te cultuar! Oráculo que dava o temporal Tupã, Xangô, e Iansã; seu corpanzil! Comentaria Pero com Cabral 'Tempo mudava'... diz quem a assistiu De pedir sombra e 'colo' em litoral! Desta do solo, ramo e 'pau', Brasil!

SONETO À MULHER DO CARLITO

Que se conhece também por Nilcea Com seus cabelos cacheados, linda! Também comadre lá da minha dinda Também vizinha do bar lá da Célia! Morena cor, cuja esse sol nos brinda! Nome da filha me lembrou a 'Odisseia' Senhora; mas não ouse chamar de  ' véia'...! Tão jovial de short curto ainda! Mulher do próximo; esse meu vizinho! E pra quem eu não passo dum 'lolito'! Que a viu de shorts em frente ao barzinho! Cruz tatuada, e o corpo, seu 'delito'! Ah, uma 'mãe' dessa... ser o seu amorzinho! Só que 'tudo isso' pertence ao Carlito!

'SE SENTINDO POETA'

Quando alguém se vê como um poeta...! A vida também passa a ser vista como um 'poema', o mundo vasto com mais poesia, tudo passa a valer mais a pena(que se usa pra escrever), a inspiração passa a 'compor' a respiração; e quando se sente amor, é por não se ver mais nada que se cai de paixão! Dos beijos se tira o mel, do que se tira com o que se aprende se leva prum papel, o que se aspira é a fina flor, e sendo um 'tipo de Midas' o que o 'toca' vale ouro, e quem ele abraça se torna inestimável! Deveras me sentindo assim...! Um escritor, sonhador, fingidor, rimador, inspirado, 'inspirador' ou apenas feliz! Sentindo o cheiro dela no jardim estampado no vestido...! E não sentindo os meus pés('de verso') nesse chão! Me sinto um beija-flor a beijar e 'polinizar' outras bocas com esse mel...! Ouvindo uma fanfarra de mulheres-anjos zanzando pela fantasia, liderada por Elisângela balizando  e que posso vê-la embelezando por quadras e 'b

VOTOS POÉTICOS

Quero me afogar num mar de rosas...! Me atirar num céu de brigadeiro e 'outras guloseimas'! Me molhar numa chuva de bênçãos... num lugar a este sol pra cada um e também pra mim! viver só de flores, cair de paixão e morrer de amor!

ASSIM...?!

Não posso te deixar sair assim... Já que tens o meu amor! Vai saindo assim, o levando...?! Você tem que devolvê-lo, 'retribuir', e assim nos entregarmos numa troca de beijos e abraços! Você tem o meu amor, mesmo sem eu ter a certeza de que tens o 'mesmo amor' por mim! E vai saindo assim...?! Sem se despedir, sem dar explicação, satisfação; Deixando uma vida e tudo para trás! Sai, mas deixando o amor aqui onde sempre esteve e talvez estará! Sai, mas eu sei que o mesmo amor a acompanhará! E fica para trás o que passou, rolou, e por aqui até aquela mágoa se perdeu! Vai saindo assim... Com um destino incerto('duvidoso'), me deixando sem rumo, mas sem dizer adeus! E vai levando o meu amor que a segue sem também me pedir permissão... Mas o deixo seguir, ficando assim com a esperança de trazê-la de volta!

NO NATAL...

Nessa época se 'neva' aqui nos trópicos! Presentes surgem em meias, sapatos, em volta de uma pequena 'árvore de plástico', e um bom velhinho bonachão pode passar e entrar por uma chaminé ao invés de um 'ladrão'! É época de milagres... paz, confraternização! Onde se ouve falar de uma tal Lapônia, se pode ficar acordado até tarde sendo criança e sem ser por insônia! É Natal! E só por hoje quero acreditar, sonhar, sorrir...! A paz aos homens de boa vontade... com quem se está 'de bem', com o que se está à vontade, 'de boa' ou não! Um Natal das crianças como o céu é das renas e do trenó de Papai Noel! Então é Natal... Prum cristão ou 'um não'! O sino pequenino num Minarete da Cisjordânia... o da grande Igreja Ortodoxa Russa! Praquele, aquela, dessa, ou daquela religião! Uma noite feliz, para não ser triste, 'silent night', 'and so this is christmas', 'Feliz Navidad'... em qualquer língua, 'dialética', hora, 

ITAPERUNA

Itaperuna aí vou eu... em mais uma viagem em versos, dentre tantas que já fizemos! Para onde sigo guiado por um Dedo de Deus Até ser recebido por um Cristo Redentor de braços abertos sobre o 'Muriaé'! Terra da bacia desse rio e das lavadeiras...  onde por aqui achavam ser 'Minas' sendo no Estado do Rio e também 'estando para o Espírito Santo'! Pela Rio-Bahia, terra da moqueca, do bagre africano, do 'angu à baiana', Clube Itapuã, 'Praia de Sossego', Caiçara,  parabólicas e 'traquitanas' em ondas de rádio de São Paulo! Onde também tem um 'Crisssto' ou 'Crixto' Redentor, e até 'Niterói' do outro lado da ponte! Pra essas bandas sou levado em pensamento ao Bairro Aeroporto fazendo 'escala' por Natividade onde ainda revejo a Vó! Seu caminho da pedra preta, barro vermelho, deitar naqueles verdes pastos, o leito de um rio amarelo e uma árvore branca de tanta garça! Seis horas mais trezentos quilômetros e tantos ano

TRINTA LINHAS PARA O NOSSO AMOR

Que talvez não seja o bastante...! Tão poucas linhas para tentar definir,  resumir 'esse tudo'! Tentar escrever ou descrever todo um romance, nosso 'lance' numa só folha...! Escrever momentos que duravam toda uma vida! E descrever o que só tem graça ou se dá pra entender  ou sentir demonstrando 'na prática'! Um amor todo nosso ou só meu...?! Só sei que aconteceu! Tanto faz... e tanto 'o fizemos'! Sonhos que sonhamos, loucuras que cometemos! Tudo nessa folha de um caderno universitário...! Todo um caso complicado, 'ciência inexata', corações, e razões desconhecidas, e proporções imensuráveis! As linhas acabando, a folha 'quase virando'... mas em seu verso ainda não conseguirei resumir, não saberei explicar! Uma folha, um papel, versos, linhas, estâncias, 'sem escansão'; 'no papel'! Suas bodas, cartas bobas... em trinta linhas dezenas de horas, centenas de anos pela frente em forma de juras! Altos, baixos, vai e volta, revir