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Mostrando postagens de setembro, 2024

ESCREVO O AMOR

Com A maiúsculo, todas as suas letras, com papel, caneta, tecla, 'dígitos', 'em gênero', 'a um gênero' ou o que for! Desenhando um coração, uma estrela desengonçada, Iniciais na árvore, areia ou uma singela flor! Escrevo o amor na esperança que se cumpra como se faz com as Escrituras! Usando da pluma que se soltou de uma pomba que represente a paz... Escrevo com letras garrafais, posto e publico 'lançando em garrafas' ,'fibra ótica' pela 'rede' afora  e levando a mensagem aos demais! Escrevendo um poema e o intitulando com o nome de alguém...  pensando nesse alguém, 'em nome de alguém', ou sem olhar a quem! Como uma criança que rabisca para um adulto chato tentar desvendar, inventar algum sentido... Desenhando em mente o retrato de alguma mulher num estampado vestido! Escrevo em forma de poesia, declaração, discurso, tese ou oração! O escrevo na esperança de pô-lo em prática, aumentá-lo, estendê-lo...  entendê-lo mesmo que ele me ...

'DINDAVERA'

Com o equinócio do amor Surge uma nova estação Que batizo 'dindavera'; Verinha junto ao verão! Trazendo flores num shorts Ou num xale coimbrão! E os frutos, 'Bias', 'Georges'! Num vento de inspiração! Tudo 'vero', dando certo... Azul, a favor... se planta! Um sol 'estacionado'... Toda a meiguice que encanta! Dinda Vera, e mãe da Bia A 'Batiza' seu afilhado Para estar sempre inspirado; - A estação da poesia!

QUADRINHA DA CELINHA

Lembrancinha de Celinha... De bordado potiguar No seu 'shortinho clochard' - Ou no portão de sainha!

AMAR E AMARGAR

Com o que se faz desse sentimento... Com o que foi feito 'daquele relacionamento'... Seu término... 'só que não!' E se partes, de mim levas uma grande parte E também se parte um coração! Amar e amargar o gosto de uma desilusão... o desgosto de uma traição! O fel se opondo ao mel... uma rejeição, o tanto querer, e em silêncio se manter pra receber um 'NÃO!' Sofrer com o que não se explica e só se complica se tão logo não resolver aceitar... superar! Amargar como também faz um remédio... mas quem fora isso 'me receitar'?! E como curar...?! De tal cegueira, loucura, febre e paixão, e cada espinho que a carne perfura?! Amar é amargar uma perda, danos, uma auto-renúncia, um desenlace e 'se odiar' por querer reatar! Amar e amargar pra quem sabe vir o 'doce' no final... para se saber que está vivo ao sobreviver a tão 'necessário mal'! Amar e amargar... conhaque, bálsamo, vinagre, azeite, água, 'mágoa', ambrosia, remédio, veneno, ...

QUADRINHA DA NILCEA

Comadre de Vera Mendes Vizinhas do bar da esquina Em seu portão e estampa fina! Borogodó dás e vendes!

'VERINHA DE CONDÃO'

Linda fada das madrinhas... Nas doações que fazias Mimos, 'especiarias'... Vindo até suas calcinhas!

SONETO 'À GEORGES MENDES'

Se desço a rua, a verve se depara... Com a Verinha, mãe daquele 'cara' Aquele 'miudinho' até algum tempo; Séc'los após Camões... 'Descobrimento'! Doou trajes que nunca a imaginara... Mãe do Georges, Bia e inté  'da Dara'! Minha madrinha: tá no documento 'Teso' faz esquecer por um momento! Portugueses dali da minha esquina! Comadre... e 'minha mãe' também ela é! Aos Mendes pertence sua quina! Mãe de um gajo... acredite se quiser! Sua beleza rara e ultramarina; Comanda aquele 'barco' a meiga mulher!