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O INVENTOR DO AMOR




Também inventou o beijo, o mel, o sabor!
Inventou o desejo, o sorriso e a dor
Acendeu o luar, floresceu os campos
E desenhou a mulher!
Inventou o fogo, o vento nas saias,
O esperma leitoso, a língua e os "grandes lábios"
Quem inventou o amor está certo, mas em seu invento
Não existe razão!
Inventou os anjos, a camisola, tem a castidade da inocência,
Mas permite a tentação!
Inventou o bicho-da-seda, o pas de deux dessas borboletas
O padê de Exu, as saias de normalista, Adriana e seus shortinhos clochards...!
Quem inventou o amor também o chamou de poesia, Adélia, Michele,
Elisângela Moreira e etecetera e tal!
Não conhece o pecado, mas ama o pecador
Conheceu a paixão, tem o reino dos céus e pode andar sobre o mar!

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Hoje eu brinco de escrever... De pintar e bordar meus sonhos Rabiscar feito criança Fingir ser feliz... e ser! Faço jogo de palavra Deslizo pela gramática Transformo e invento sentidos! E sem um 'abracadabra'! Sou herói e meu próprio vilão Creio em fadas e no amor Não dou papo pra tristeza Mas tropeço na paixão! Faço da escrita minha 'arte' levo palmadas da vida Aprendo, e se erro, rasuro Finjo achar que a dor faz parte! 'Brinco' e assim me comunico Pego o que a vida me apronta 'Deixo no pique' o legado! E muito alegre então fico!