Pular para o conteúdo principal

AGRADECIMENTO


Obrigado por existir!
Por fazer da minha vida um sonho,
a nossa verdade, por acabar com minha tristeza
e fazer também existir a felicidade!
Obrigado por me amar sem nada exigir
a não ser o que eu também quero de ti!
Por fazer meus dias melhores
e tudo sair até melhor do que espero!
Eu agradeço...e até penso que não mereço!
As rosas também tiveram sua participação
assim como as ondas do mar e do rádio com aquela canção...!
Assim como o horizonte, o pôr-do-sol, as estrelas e sua conspiração!
Tudo foi a nosso favor e até para quem duvidou eu 'demonstro gratidão'!
Deu certo e continuará dando e só ‘dando’ a gente!
Enquanto for eterno e a poesia também não parar de ajudar!
Agradeço a ela que te deixa ainda mais linda como faz esse cabelo
e vestido ambos soltos e que não poderia deixar de mencionar!
Agradeço por estar vivo para viver esse amor...!
Pelo qual tanto lutei, chorei, ‘morri’, corri e corro
qualquer risco que for!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!

ZANZA & BELERO

Lá no sub-bairro entre viela e varal, onde o céu tem mais fio que firmamento, há uma moça que sobe num vendaval todo fim de tarde, sem um lamento — Zanza, a dona de casa que voa no tempo. Belero a espera no terraço, rilhando o casco alado no azulejo gasto. É branco, reluzente, de prumo brando — pégaso vindo, talvez, de algum pasto entre Helicon e os quintais do Encantado. As comadres param o mexido na panela: — Vixi, lá vai ela de novo na asa! — Não é aquela a mulher do Protético, a bela? — Ele deixa, mas disse: “Não passa de casa…” Só que Zanza some no céu feito brasa. Prometeu voar só até a padaria, mas deu voltas ao mundo num trote leve: salta arco-íris, faz curva em nuvem fria, grita “Arroboboi!” pra Oxumarê, tão breve, e volta só depois que o sol já se atreve. Apolo, dizem, mandou-lhe bilhetinho — Hélio piscou da carruagem flamejante. Ela voa entre astros com jeitinho de quem pendura roupa e, num instante, vira dríade em amoreira ofegante. Talhada a malhação, como Salmacis formosa...