Pular para o conteúdo principal

A INOCÊNCIA AINDA EXISTE!

 


Apesar dos pesares, apesar do que 'fazem'

E dos tantos males com os quais ainda insistem!

A inocência se mantém pura como ar do campo

E o aroma da flor...!

Pura como um riso-criança e a descoberta do amor!

A inocência ainda existe apesar de 'você'!

Apesar de se julgar, prejulgar e se mandar prender!

Ela tem a calma no tom e a verdade no olhar!

Ela tem a sua certeza, mas pode até te perdoar !

A inocência existe apesar de precisar de provas!

A inocência existe e pesa como o ônus

De quem faz a acusação!

Eu já vi a inocência onde só se via culpa...

Eu vi o que se faz a um inocente,

Mas não vi ninguém pedir desculpa!

Eu sou inocente apesar de muitos acharem o contrário!

Sou inocente da 'culpa' de não saber amar...!

E eximido da responsabilidade do que essa falta

Possa resultar!

Inocência vítima da circunstância, de um verdadeiro culpado

E que sempre ganha a causa!

A inocência 'adâmica' até cair na tentação...

A inocência pudica até acontecer uma violação!

A inocência jurídica até surgir uma contradição!

Mas ela estava lá...

Em algum lugar entre o certo e o errado, sim e não...!

Entre mortos, feridos, salvos, 'sãos', flagrantes, delitos ou 'sua presunção'... 

o bem e o mal, o que era verdade ou não!

Mas com sua consciência sempre leve como as borboletas,

Como os peixes também flutuantes, como as estrelas, brilhante,

E vindo à tona como o sol!

A inocência ainda existe como Deus sempre existiu

E lhe fará justiça.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!