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REUTERS

Tiranos, fulanos, beltranos,

Generais e capataz!

Esferas, situações, oposições, 

Conflitos raciais!

Nessa bola de água e sal,

Nem a bola de cristal 

Poderia imaginar

Seu imperial colonial, 

Sua torre despencar!

Babel, Taj Mahal, Muralha da China,

Cavalo de Tróia, ‘cavalo de pau’...

Exageros aparte e o nosso mal!

Receba as flores roubadas do canhão!

É a mão menina que me atira nesse vão!

O futuro é a faca no murro

E o presente é assistido do muro!

Graças a eles, camuflados e malucos!

Mas quem não é...?!

Nessa terra de cegos, o Polifemo é rei

E eu também serei!

É o mundo encantado dos Senhores Feudais!

De capitães do mato, de areia e radicais!

Das causas estranhas, insanas e deles!

Um cosmopolita de um cosmo ‘delgado’ daquele!

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AMOR & POESIA

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#POESIA

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BRINCANDO DE ESCREVER

Hoje eu brinco de escrever... De pintar e bordar meus sonhos Rabiscar feito criança Fingir ser feliz... e ser! Faço jogo de palavra Deslizo pela gramática Transformo e invento sentidos! E sem um 'abracadabra'! Sou herói e meu próprio vilão Creio em fadas e no amor Não dou papo pra tristeza Mas tropeço na paixão! Faço da escrita minha 'arte' levo palmadas da vida Aprendo, e se erro, rasuro Finjo achar que a dor faz parte! 'Brinco' e assim me comunico Pego o que a vida me apronta 'Deixo no pique' o legado! E muito alegre então fico!