Pular para o conteúdo principal

ORAÇÃO A JULIANA KNUST

 

Ave Juliana Knust...

Cheia de borogodó e esplendor!

Bendita sejas dentre as atrizes

Por encher a tela da minha TV

Com sua graça e amor!

Juliana Knust, o fascínio é convosco!

Uma deusa, musa, celebridade,

Um anjo de verdade...

Fazendo o papel de mulher!

Tu és morena, tu és divina!

Dourada pelo sol que nos ilumina!

Afrodite que resplandece nas espumas desses trópicos

E sereia vista na praia pelas lentes paparazzis!

Ave Juliana Knust, mãe de Matheus, de Arthur e de algum personagem!

Ó tu que aceitas qualquer papel pela profissão...

Aceite meu desejo, meu beijo, meu gozo e minha mão!

Peço que olhe por nós anônimos assim como a observamos

Através dessa tela e seus transistores!

E que me permitas sonhar que o mundo é esse sorriso largo

Com essa 'covinha' aí do lado, a felicidade não é 'beijo técnico', 

E que apesar de 'ensaiada' com um simples sorriso desse, pode ser real!

E me ajude a crer que você existe e que não é mais uma ilusão

Fruto da televisão!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AMOR & POESIA

Vou tentar escrever um poema que não fale de beijo,  De carinho, de flor ou de espinho! Um poema que seja um ‘emaranhado de palavras’,  Mas que não toque nenhum coração! Amor sem poesia... Poderia viver um sem o outro?! Poesia sem amor... E que graça teria isso?! Não posso deixar de falar de amor  Por mais que pareça repetitivo, cliché, 'batido' e cansativo! Se é amor, tudo é válido...! Tudo faz sentido! Olhai os lírios no campo, as aves que gorjeiam, as nuvens que passam ou passeiam,  As ondas ou 'vagas' que vagueiam, a garota de Ipanema e outras praias, as da favela, As lindas professorinhas rodrigueanas, 'gonçalvianas,'  Aquelas ‘botero-balzaquianas’, ‘sudanesas’ e sozinhas num ponto de ônibus desse mundo...  O Deus desse mesmo mundo, o próprio mundo vasto de Raimundos... E o amor como a sua solução! A poesia sem amor não teria uma rima pra flor! Não teria tanta beleza e não haveria inspiração, pois com amor o ‘feio é belo’, O cho...

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...