Pular para o conteúdo principal

LILI DO MURIAÉ(LILI 21')

Alguma coisa nessa mulher...

Me chama a atenção ao mesmo tempo em que tira,

Me tira o juízo, do sério, a razão, me arranca um sorriso

E me entorpece de tesão!

Me perturba, me enlouquece, me masturba...

Me faz esquecer da vida para embarcar destino 'nossa aventura'!

Seus lindos traços de 'falsa nissei', 'afro-puri'... 

Seu borogodó 'retiro-muriaense', sua 'quase mineirice', não sei!

Sei que é alguma coisa nela que me encantou

E também me envolveu no vestido de seu último casamento...

Que poderia me fazer abandonar um altar ou mandar parar o seu (outro)casamento... 

Que me deixa sedento, antropófago, bárbaro, primitivo, primário, colegial 

E de 'instinto básico'!

Alguma coisa nessa mulher que é a torna diferente daquela 

E de outras também quase histórias de amor!

Um caso de paixão doido pra ser resolvido... inexplicável,

'Não identificável', 'pirotécnico', psicodélico, estrambótico e surrealista!

Algo que a torna quase impossível pra mim, que a torna 'Elisangela',

Uma semideusa, cabocla, divindade puri e serafim!

Que me inspira, me faz suspirar, transpirar... e 'vampira'

Com minha energia vital a sugar!

É amor, é o cabelo, a cor, a flor, o mel, a flor no cabelo,

Aquela flor de onde saístes nua em pelo!

Aquela saiêta jeans, a camisola da maternidade para dormir com outros serafins...

Alguma coisa nesse rio Muriaé a originou, me embriagou e inspirou

E me fez te querer e querer mais uma vez te escrever!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!