Pular para o conteúdo principal

GI

''A que maneja a lança com destreza'
                             Um dos significados do nome Gisele.
Que na Ordem de Quixote sentou praça!

Sobre seu pônei, tão cheia de graça...!

Prosseguindo com sua linda andança

Com destreza maneja a sua lança!

Traz Portugal no nome com certeza!

E em seu primeiro até origem 'inglesa'!

Salvou Joana D'arc lá na França

A quem ensinou usar aquela lança!

Também venceu moinhos e gigantes!

Dos sonhos de Quixote e de Cervantes!

Na frente das cruzadas vai com fé!

No Cerco de Tortosa... que mulher!

Seja uma 'cavaleira' ou só aspirante

Ou uma linda Milady tão elegante!

Ela que traz amor à flor da pele!

Com esse lindo nome de Gisele!

Comentários

  1. Nem consigo expressa o quão lisonjeada fiquei, de verdade mesmo! Obrigada pelo seu carinho meu amigo! Simplesmente lindoooo,amei! 👏👏👏Esses aplausos são para o seu talento! ❤️

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. 'Aquela que usa a lança com agilidade'...! Minha linda amiga cavaleira Gi!rs Muito obrigado por mais esses comentários e também por me inspirar, linda! Que siga feliz com sua andança e cruzada rumo a felicidade, minha amiga! Um bom fim de tarde e volte sempre, linda! Muito obrigado mais uma vez!

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!

ZANZA & BELERO

Lá no sub-bairro entre viela e varal, onde o céu tem mais fio que firmamento, há uma moça que sobe num vendaval todo fim de tarde, sem um lamento — Zanza, a dona de casa que voa no tempo. Belero a espera no terraço, rilhando o casco alado no azulejo gasto. É branco, reluzente, de prumo brando — pégaso vindo, talvez, de algum pasto entre Helicon e os quintais do Encantado. As comadres param o mexido na panela: — Vixi, lá vai ela de novo na asa! — Não é aquela a mulher do Protético, a bela? — Ele deixa, mas disse: “Não passa de casa…” Só que Zanza some no céu feito brasa. Prometeu voar só até a padaria, mas deu voltas ao mundo num trote leve: salta arco-íris, faz curva em nuvem fria, grita “Arroboboi!” pra Oxumarê, tão breve, e volta só depois que o sol já se atreve. Apolo, dizem, mandou-lhe bilhetinho — Hélio piscou da carruagem flamejante. Ela voa entre astros com jeitinho de quem pendura roupa e, num instante, vira dríade em amoreira ofegante. Talhada a malhação, como Salmacis formosa...