Pular para o conteúdo principal

SIMBÁ, O ERRANTE

Com o amor pelo ar... vai dar pra navegar!

Com sua umidade (muito)relativa da troca de saliva...! 

Montantes de paixões resolvidas tesouros de Midas num baú pirata atirado ao cruzeiro do sul! 

Vamos em frente enfrentar as gentes que julgam ou impeçam nossa felicidade de emergir! 

Nesse submarino amarelo... nesse azul infinito de mar de rosa bonito...! 

Amor pelo ar vai dar pra voar...! 

Do fundo do mar para a lua que também tá no mar numa ponte aeroespacial formada por luzes água e sal! 

Tanto amor, rumor de guerra que não nos atinge aflige, mas gritamos... 

O solo é nosso como as conquistas à beijo e fogo! 

São estrelas navegantes mil... mil uma noites rompantes Simbá, o errante e léguas e não sei quantos mais mil pés e mãos entrelaçados numa cama...! 

As dores que passam o céu azul agora mar e o amor pelo ar vai dar para ancorar meu foguete em mil megatons explosões rompantes um furor ofurô.... é amor! 

É um peixinho dourado, sou eu que sei nadar, te ensinei amar e com amor pelo ar vai dar pra nascer e depois morrer desse mesmo amor! 

Amor no ar pelos ares a explodir num sorrir a felicidade qu'está ali e também quer embarcar nesse amor no ar vias aéreas a contagiar com alegrias 

Que nos dá... dá vontade de cantar celebrar um céu um mar um doce um luar um céu a se abrir sem nuvens e o amor não só no ar vai dar pra lembrar que viver é velejar!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...