Pular para o conteúdo principal

UM SENTIMENTO

O amor... a coisa mais linda, poderosa, inexplicável,

E muito mais do que explicação, ele nos cobra 'ação'!

O amor que se resume, mas não se limita a simples palavras...

Consiste em atos, não tem hora marcada, não vê cara,

E vem do coração!

O amor quando vem nos tira a tristeza, da solidão...

Nos leva a extremos e a loucura!

Nos tira um pouco do sossego, mas nos leva a uma transformação,

Nos mudando pra melhor!

É um sentimento, algo abstrato, mas que tem forma, gosto, cheiro,

Jeito e o nome da pessoa amada!

Pode ser uma certeza ou uma desilusão... pode estar em mim,

Na pessoa que amo ou 'não'!

Mas não deixa de ser amor, e se não for, então é 'paixão'!

Dos sentimentos mais nobres, e que não faz distinção...

Pode dar em rico ou pobre... qualquer um como um vírus que vem pelo ar!

Amor que se faz, constrói... do qual se vive e pelo qual se morre!

É só um sentimento, um 'pensamento'... é o que move, cantam os poetas 

E nos manda e ensina Deus!

O avesso do ódio, o sinônimo da felicidade, o aliado da paz

E a solução para a guerra!

Quem pode com o amor e sua força que de tão irresistível

Age com um simples olhar!

Tentador, pecador, benevolente, longânimo... e 'às vezes' eterno!

Que é sentimento...

Que pode ser tanta coisa e é tudo!

Sem ele nada teria graça, não faria sentido mesmo que para ele não haja uma 'razão'!

Sem ele restaria um peito vazio, um mundo(cão) sem dono, um grande abismo, um grande nada

E nenhum chão!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...