Pular para o conteúdo principal

A CAMISOLA VERDE CETIM

Bianca Marques vestiu uma camisola verde cetim...

Foi nos meus sonhos, mas foi pra mim!

Me mandou uma foto de tal peça... e o resto não me lembro!

Mas sei que é amor... o amor âmago, pétala e flor! 

Agora as hóstias e vem um beija-flor, querubim, olor... 

Tudo em jasmim, tudo acaba em flor! 

Nosso querido encontro marcado e desmarcado, fica na mente brilhando, 

Fica em recado. 

Tudo azul, mas a camisola é verde... 

Quero paixão de enfeite para os meu dias assim! 

De camisola cetim, tudo alegre, tudo serafim. 

Bianca ser afim! 

Não sei... mas sei que deu em paixão a conclusão de quimeras mil 

Que alguém ensina a procedência de outras eras.

Um fluxo mental em carnaval que se acumula, mas ainda nem é primavera! 

Carnaval sob a camisola... beijo que vem da boca! 

Um jasmim. 

Aquilo é barro é argila. é tudo pronto... pisamos o 'céu batido' para encontrarmos deuses implícitos 

Num panteão do borogodó! 

E seus escritos subliminares só compreendidos por quem sabe o que é paixão! 

Seus riscos, suas fadas seus entes, al dente a fada do dente. 

Folclores universais que vêm atrapalhar esse jantar que lhe preparei no sonho! 

Olha essa camisola que só eu vejo...! 

Nem sei se é de cetim, mas sei que quero um beijo... ela também?! 

PerguntareI ao 'mal-me-quer'! 

Um fluxo da torrrente e serpente do rio a se tornar cascata. 

É o Carangola é uma catarata de beijo que me leva a essa quimera de volta! 

Nunca saí dela! 

É Bianca que conquista e nem sabe... é amor, é um sonho, é verdade! 

As cataratas ou torrente que inundam um ser! Fala xedô, fala...! 

E um pé de qualquer coisa cujos galhos dão pra ali! 

Meu pau-a-pique, linda palhoça... somos felizes com esse sideral que não há como no sertão! 

Do rio nos vem as mãe d'água.. hum essa camisolona... hum, o olor, o xedô... mãmãezinha...! 

Não tá mais pra uma prima que não é nada minha! 

E agora, um céu azul! 

A chuva pode causar cheia. 

Cheia de uns sentimentos. 

Mas somos pura água. 

Somos momentos... então que aproveitemos. 

Aproveitamos, sabemos do que é, o que não, e a questão, o amor misturado a paixão e é tudo! 

Amar pra valer de camisola ou saia do prazer... o arraial no pau-a-pique do ser a beira das flores 

Se dá a seresta... é amor de bianca, é tudo que ela não quer querendo, ela não está nem sabendo... 

E eu amando não me contendo... é a camisola cetim que se rasga e fim!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AMOR & POESIA

Vou tentar escrever um poema que não fale de beijo,  De carinho, de flor ou de espinho! Um poema que seja um ‘emaranhado de palavras’,  Mas que não toque nenhum coração! Amor sem poesia... Poderia viver um sem o outro?! Poesia sem amor... E que graça teria isso?! Não posso deixar de falar de amor  Por mais que pareça repetitivo, cliché, 'batido' e cansativo! Se é amor, tudo é válido...! Tudo faz sentido! Olhai os lírios no campo, as aves que gorjeiam, as nuvens que passam ou passeiam,  As ondas ou 'vagas' que vagueiam, a garota de Ipanema e outras praias, as da favela, As lindas professorinhas rodrigueanas, 'gonçalvianas,'  Aquelas ‘botero-balzaquianas’, ‘sudanesas’ e sozinhas num ponto de ônibus desse mundo...  O Deus desse mesmo mundo, o próprio mundo vasto de Raimundos... E o amor como a sua solução! A poesia sem amor não teria uma rima pra flor! Não teria tanta beleza e não haveria inspiração, pois com amor o ‘feio é belo’, O cho...

#POESIA

Ó poesia com que escrevo e expresso Sonho e transmito de uma forma escrita Na mente 'estala' e na minh'alma grita! E ganha forma, letra, prosa e verso! Fala de amor e o coração palpita A solução prum mundo tão perverso De forma online ou num papel impresso... Grito que acalma toda a gente aflita! Que em forma de uma inspiração se chega! Se transfigura num tão lindo amor! Faz suspirar, mas não porque 'se ofega'! Dá ritmo a um texto, uma nota ao cantor Paixão e delírio numa mente pega! Faz de um poeta a sua voz e autor!

BRINCANDO DE ESCREVER

Hoje eu brinco de escrever... De pintar e bordar meus sonhos Rabiscar feito criança Fingir ser feliz... e ser! Faço jogo de palavra Deslizo pela gramática Transformo e invento sentidos! E sem um 'abracadabra'! Sou herói e meu próprio vilão Creio em fadas e no amor Não dou papo pra tristeza Mas tropeço na paixão! Faço da escrita minha 'arte' levo palmadas da vida Aprendo, e se erro, rasuro Finjo achar que a dor faz parte! 'Brinco' e assim me comunico Pego o que a vida me apronta 'Deixo no pique' o legado! E muito alegre então fico!