Pular para o conteúdo principal

A SAIA DA IRENE 6

De Maricá para o vasto mundo...

Poeticamente revoa Irene

Com sua saia esvoaçante 

Com palmeiras verdejantes

Onde canta o sabiá!

Irene... filha de Zeus com Têmis!

De odu Ofun... é uma das Horas,

Sua saia, seu manto, e eu o seu Homero!

Que a paz de Irene esteja com esse 'mundo de meu deus'!

Também necessitado de amor e mais poesia!

Que as espadas transformadas em arado

Também sirvam de 'varal' para essas saias...!

Um simples pedaço de pano ou tecido de sonho

Com muitas iguais, da mesma marca, confecção,

Num vasto mundo cheio de Marias, Irenes, Dices, Eunomias, Raimundos...

E para esse poema essa peça era a que faltava e a solução!

Irene torna a vestir a sua saia para viver uma paixão ou morrer de amor...!

Para fazer o mesmo caminho de sempre, partindo da Região Oceânica, da 'margem' ao centro da folha...!

Passando pelas estâncias entre versos vinda dos caminhos de Maricá, suas tribos, trilhas, trilhos,

Pontes que nos separam ou distanciam, gostos e 'odu' que nos aproximam...

Quero que Irene esteja de saia quando eu for reeleito faraó, imperador da China...

Ou a mesma estando dentre as concubinas, sendo eu o novo alafim das terras de Oió!

A saia de Irene que como água de Pirene torna poeta quem a toca, veste, cheira, masca, 'lê', 'se toca'

E se cura da monotonia de uma realidade cinza e 'semi-nua' de tesão!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AMOR & POESIA

Vou tentar escrever um poema que não fale de beijo,  De carinho, de flor ou de espinho! Um poema que seja um ‘emaranhado de palavras’,  Mas que não toque nenhum coração! Amor sem poesia... Poderia viver um sem o outro?! Poesia sem amor... E que graça teria isso?! Não posso deixar de falar de amor  Por mais que pareça repetitivo, cliché, 'batido' e cansativo! Se é amor, tudo é válido...! Tudo faz sentido! Olhai os lírios no campo, as aves que gorjeiam, as nuvens que passam ou passeiam,  As ondas ou 'vagas' que vagueiam, a garota de Ipanema e outras praias, as da favela, As lindas professorinhas rodrigueanas, 'gonçalvianas,'  Aquelas ‘botero-balzaquianas’, ‘sudanesas’ e sozinhas num ponto de ônibus desse mundo...  O Deus desse mesmo mundo, o próprio mundo vasto de Raimundos... E o amor como a sua solução! A poesia sem amor não teria uma rima pra flor! Não teria tanta beleza e não haveria inspiração, pois com amor o ‘feio é belo’, O cho...

#POESIA

Ó poesia com que escrevo e expresso Sonho e transmito de uma forma escrita Na mente 'estala' e na minh'alma grita! E ganha forma, letra, prosa e verso! Fala de amor e o coração palpita A solução prum mundo tão perverso De forma online ou num papel impresso... Grito que acalma toda a gente aflita! Que em forma de uma inspiração se chega! Se transfigura num tão lindo amor! Faz suspirar, mas não porque 'se ofega'! Dá ritmo a um texto, uma nota ao cantor Paixão e delírio numa mente pega! Faz de um poeta a sua voz e autor!

BRINCANDO DE ESCREVER

Hoje eu brinco de escrever... De pintar e bordar meus sonhos Rabiscar feito criança Fingir ser feliz... e ser! Faço jogo de palavra Deslizo pela gramática Transformo e invento sentidos! E sem um 'abracadabra'! Sou herói e meu próprio vilão Creio em fadas e no amor Não dou papo pra tristeza Mas tropeço na paixão! Faço da escrita minha 'arte' levo palmadas da vida Aprendo, e se erro, rasuro Finjo achar que a dor faz parte! 'Brinco' e assim me comunico Pego o que a vida me apronta 'Deixo no pique' o legado! E muito alegre então fico!