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O SERESTEIRO APOCALÍPTICO

Um luau atraindo o astral...

Mas só participa quem tiver os pés no chão 

Nessa areia... assim falavam a sereia e o Dom Tatuí!

Elefantes errantes, um nó de gravata, a girafa, o pedestal... 

Os loucos bons vivants cidadãos comuns de lugares equidistantes 

Reinos assim que não contam os livros bons livros lá na estante

Seresteiro apocalíptico plagiando Nero...

Ou uma pessoa qualquer que de nada queira saber!

E o poeta caramujo com uma nova árdua missão... 

Descobrir o mundo! 

'Esse mundo não é mais mundo'! 

Lhe disseram que não era dele...! 

Era só uma passagem, buraco de minhoca, topada no infinito sideral errante! 

Vai caramujo! 

Mas se não quiser, se encolha nesse chão! 

O chão que se abre em metáfora. 

O céu também... ó lua, ó dia, seresteiro canta a melodia para o seu bem numa janela da alma 

Numa cidade pequena que ainda não avisto! 

A bela desce da janela, se abre uma porta. O amor chegou!

Elisângela Lili Lilith Vênus do Muriaé...

Meu cachimbo de ouro com brasas de bolha de sabão, minotauro valente, 

Minha linda criação de ninfetas saltitantes salientes e produtoras de borogodó-parangolê!

Um rei...! Me lembrei! 

Disse, e é ordem então! 

A desordem é quem se instaura pela causa nobre do nada! 

O nada é posto no lugar do Rei! 

A fé fica com eles... aqueles de sempre, sempre aqueles que tem a razão, a proporção, a matemática aritmética... 

A rima sem métrica, 'eis a questão', mas nenhuma solução! 

Um aerofólio para incrementar... e o espaço é perpendicular! 

Pode ir... dá pra passar

Paralelogramo... no ângulo certo das 'cisões' erradas, precipitadas decisões! 

Um curandeiro que cure as dores inexistentes, um minuto, só um minuto minha gente... 

Um minuto, meu reino por um minuto... de novo aquele rei!

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