Pular para o conteúdo principal

'MODO POESIA'

Se me coloco no modo poesia...

me torno um 'dispositivo' do amor,

me comunicando com os deuses que me respondem com inspiração...

e num 'modo avião' dou asas a minha imaginação!

Me conecto a natureza, seus elementos, fenômenos e seres!

Com um 'pretérito mais do que perfeito', feliz e ainda presente,

E visualizo um sonho onde deslizo os dedos sobre aquela face!

Modo delírio, fascínio, desejo, alegria, tristeza e reflexão!

Estou no modo poesia... só querendo atender o que me encanta 

e estando 'ocupado' ou desligado para o que não me inspire!

Modo que me permite rimar, recitar ou cantar...

armazenar amores, mudar essa realidade com 'escala de cinza' invertendo suas cores!

'Modo com distração', passatempo... meu 'modus operandi' e que me faz vibrar com os resultados!

'Analógico' com seus rascunhos em manuscritos!

Que me permite sonetar sobre mulheres 'públicas', anônimas ou alheias, 

que pareçam belas ou feias, mas sempre fundamentais!

Que me faz um 'poeta Android' com alma e a navegar num 'ciberespaço' entre as estrofes!

Modo Zanza, Lili, lírico, livre, 'solto', fixo ou prosaico!

Nesse modo converso com o público e lhe envio mensagens através de textos!

E é deste modo que me vejo 'ativado' e ativo no mundo da arte!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AMOR & POESIA

Vou tentar escrever um poema que não fale de beijo,  De carinho, de flor ou de espinho! Um poema que seja um ‘emaranhado de palavras’,  Mas que não toque nenhum coração! Amor sem poesia... Poderia viver um sem o outro?! Poesia sem amor... E que graça teria isso?! Não posso deixar de falar de amor  Por mais que pareça repetitivo, cliché, 'batido' e cansativo! Se é amor, tudo é válido...! Tudo faz sentido! Olhai os lírios no campo, as aves que gorjeiam, as nuvens que passam ou passeiam,  As ondas ou 'vagas' que vagueiam, a garota de Ipanema e outras praias, as da favela, As lindas professorinhas rodrigueanas, 'gonçalvianas,'  Aquelas ‘botero-balzaquianas’, ‘sudanesas’ e sozinhas num ponto de ônibus desse mundo...  O Deus desse mesmo mundo, o próprio mundo vasto de Raimundos... E o amor como a sua solução! A poesia sem amor não teria uma rima pra flor! Não teria tanta beleza e não haveria inspiração, pois com amor o ‘feio é belo’, O cho...

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...