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Mostrando postagens de dezembro, 2025

'LEMBRANÇA POTIGUAR!'

Vi Celinha em seu portão... Numa saia de forró! Fantasia, só impressão...?! -'Miragem do Seridó'!

RONDÓ DA NILCÉIA!

Ó linda vizinha Nilcea...! Cujo lote é dobrando a esquina... Onde vive e não faz ideia Do quanto que encanta e fascina...! Essa linda flor de ninfeia! De Monet ou duma 'piscina'! Invejando rosa e azaleia... Dentre outras de sua estampa fina! Em seu portão, o short, que teteia...! Ó linda vizinha Nilcea!  

CANTIGA A GI PORTUGAL

Menestrel sou, mas sem alaúde, com guitarra a bramir no ar, canto à dama que, em juventude, eu nunca soube reparar. No fundão sempre largado, enlevado em sono ou riso, enquanto o irmão, educado, cumprimentava preciso. E tu, Gi de além-mar, perto e longe na distância, hoje vejo e, sem tardar, me flagelo na tardança. Nunca vi tal formosura, outrora, ao meu lado a flor, em Provença ou na ventura de um trovador sem ardor. Dom Quixote entre moinhos, em apostilas varado, nunca vi que teus caminhos já guardavam luz de fado. Se trajasses tergal belo, ó tormento dos mortais! Nem Cervantes, nem modelo diriam versos iguais. E no tempo virtual o menestrel se embaraça, pois "Xedô", nome leal, teu esposo não suporta. Sigo então nesse torpor, teu semblante é um fanal, o menestrel sem fulgor que não canta em Portugal. *Cedido gentil e dereísticamente pela DGPT Records.  (A partir de um mote sugerido)