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MOTIVOS PARA SER POETA

Que tal o nascer do sol...?! Sua rima com o arrebol, o seu 'pôr', ser a favor, o 'favônio', o 'abrir' duma flor, sua rima com o amor, as nuvens, o 'ozônio', as ondas do mar, seu vai e vem a se 'espraiar', a linha ou o 'verso' do horizonte, uma ilha... todo um atol?! A figura da mulher, divina criatura, dádiva do deus do amor no invólucro duma saia, 'parangolé' ou calça pelas calçadas...  por essas praias, descalça, ou já de camisola, cansada e que me vem em pensamento! O dia a dia, o entardecer, a noite, um luar, estrelas que não estão nem aí ou 'mais lá', um luau, sarau... uma simples lembrança, algo memorável ou tão lindamente banal! De novo o amor e sempre, seja correspondido ou não... sua outra rima com a dor; e por falar em dor, os espinhos duma paixão! Esse sentimento e o desejo entre lençóis ou sob a 'tenda' desses vestidos! O peso do teso... o gozo, um gemido!  A vida... e por estar ávido de sonhos! O que m...

FILHAS... FILHAS?

Pois é, a sua filha cresceu... aconteceu! E já usa maquiagem pesada Só usa roupa apertada, rasgada...'descolada'! Saiu pra balada e nem aquele beijo te deu! É... ela cresceu! Aquela tua princesinha, que nem faz tanto tempo que nasceu! Sua filhota, já com cabelo na xo... sua menina cresceu! Seu corpo desenvolveu, se formou apesar do 'corpo discente'  daquele Instituto ainda fazer parte! Ainda estuda e 'dá trabalho'...! Cresceu e no meu caminho apareceu! Tem vergonha do seu colo, de você, e passou por mim e nem reconheceu... onde você estava, o que você perdeu?! Ela já cresceu e você nem percebeu! Masca chiclete depois de ter pago um bo... e até naquele seu sofá ela já 'deu'! A sua filha cresceu e pode estar esperando um 'filho meu'! Não está mais aquela 'enjoadinha', mas pelas redes se diz 'um nojo!' Tá parecendo com a sua mulher quando a conheceu... com fantasias 'mexeu'! A sua filha cresceu, o espaço encolheu, o seu cabel...

SONETO A VIVI ROMANELLI!

De Marco Polo em terras de Cabral... Linda 'especiaria' sem igual! Com 'Roma' no começo do seu nome... Dentre delícias como o 'canelone'! Trazendo seu sorriso e um alto astral! A contagiar... qual for o canal! Me fazendo correr pro telefone Prêmio desse amor, 'sonho que consome'! Que tão louca paixão pra se viver... De tal coisa se pode até morrer! Incentivado, mesmo num 'reclame'! 'Canelone' ou vestido a lhe envolver... E qual espectador que também não a ame...?! E  Che bella ragazza ; Viviane!

QUADRINHA DA PROFESSORINHA

Professorinha e estudante Passo firme e segue avante...! Se inspiras samba-canção, Quando se formar então...

SONETO A ANA LUIZA GUIMARÃES!

Com o seu Bom Dia ao Rio e Brasil! Linda Vênus de um mar da Zona Sul! Elegante naquela saia azul...! Sei que vai concordar quem já a assistiu! Com notícias locais ou de 'Cabul'! Hemera cedo, e Nix pra quem não 'viu'! E só perco se alguém substituiu! Tão linda pra esse mundo tão 'nu e cru'! Ó bela Ana Luiza Guimarães...! Se surges nessa tela o amor tá no ar! Se só a 'metade', resta a imaginar...! Vênus dourada como um desses pães! Quem idolatro já há tantas manhãs, Cair da tarde, noite... quando 'entrar'!

QUADRINHA DA RENATA...!

Lembrei da irmã do Ricardo... Que a gente nunca mais viu E de quando ela surgiu Com aquela saia cargo...

A UMA ITAPERUNENSE...

Que chamou-me a atenção Fez tantas milhas valerem a pena; 'Tranco' e batido chão! 'Noroeste fluminense da gema!' Das tantas dessa mesorregião! Ném Pádua, Miracema... A uma itaperunense é esse poema! De 'Ritiro' fisgou minha admiração!

À FIA DO SEU ZÉ DO KICHUTE!

Lá das estâncias de Natividade... De onde já não tenho muitas notícias! 'Interiô'... de pureza e delícias! Donde também sai mais essa beldade! Carangola, as 'Gerais' nas fronteiriças! Longe de toda essa barbaridade! Reportando sua realidade; Riso brejeiro e de leves malícias! Na Itália seu nome quer dizer 'branca'... E sua cútis tão linda e morena! Musa e divindade do Sri Lanka! Casa de taipa, rio, patos, a ema... Também primo a beleza de Bianca... Lhe dedicando mais esse poema!

ÀQUELA OUTRA ELISÂNGELA...

Tão distante, e 'platônica' também... Das estâncias de Campos Um lírio entre barrancos, pastos, trancos! Hen... tá doido esse 'trem'! Traços de gueixa e uma 'quase mineira'! Anjo, mãe d'água, garça...! É Elisângela e o vulgo de 'Lili'! Tágide, 'tanka', esparsa... Numa barca 'Sião-Muriaé' Passando pela casa do meu 'ti'!