Pular para o conteúdo principal

AMOR...?!



Às vezes me pergunto o que é amor
E a resposta me vem em beijos, abraços,
Ou na simples imagem da pessoa amada!
O que é amor...?!
Em tempos tão complicados de guerras,
Intrigas, lutas e mortes por alguns trocados?
Amor que se encontra num lábio, pensamento,
Encontros e trocas de olhares.
O que é amor não se sabe ao certo!
Mas se sabe que é certo quando se encontra aquele alguém!
Pergunto a um cientista que me apresenta uma ‘fórmula química’
Que só complica e evapora deixando no ar a questão!
Pergunto a Deus que me transforma num poeta
E me ordena contemplar a vida, e a resposta vem na forma de inspiração!
O que é amor...?!
Ela pergunta quando não entende o meu olhar.
O que é amor...?!
Eu pergunto e deixo o tempo explicar e mostrar!
Quero saber o que é amor depois de tudo que já vivi!
Procuro pela resposta nos sonhos, revirando sua gaveta de camisolas...
Amor é uma coisa simples que se sente, se tem ou não tem,
Pode se perder, querer, cheirar e provar!
Amor se cuida, se cultiva e como uma chama se mantém viva quando paixão!
Já não mais me pergunto o que é amor já que a resposta é concreta,
pode estar diante dos olhos e só se sabe ao certo o que é amor quando se faz!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!