Pular para o conteúdo principal

E, SE...

Se eu tivesse aquele amor...
como seria...?!
Seria esse céu mais azul,
teria o campo mais flores
e minha vida mais alegria?!
Ah, se eu tivesse o seu amor...!
Pra te amar onde for...
faríamos caminhadas(de mãos dadas),
Piqueniques...brincaríamos de ‘bem-me-quer’
e de pique...!
Não te largaria por nada, formaríamos o par perfeito
e se isso de fato 'existir'!
Faríamos existir...
se eu estivesse com você, não estaria aqui
só te imaginando, e depois ‘te chorando’!
O que estaríamos fazendo agora...?!
E como seriam as noites... as mais quentes,
as mais frias...e aquelas que de tão solitárias
nem mesmo possuem estrelas?!
Seria o fim da vida como conheço!
Nada seria assim do jeito que é e não precisaria ser!
Como seria acordar e vê-la ao meu lado,
o resto do dia e de 'todos eles' e de nossas vida...?!
Nossos filhos, nossa casa, nossos problemas
e decisões...?!
Ah, se eu tivesse o ‘nosso amor’!
E ‘aquele’...é bom pra você?!
Também lhe escreve poemas, sabe o que você gosta, 'como gosta',
quer, sempre quis e sabe mesmo lhe dá prazer?!
Não precisa responder!
Pois, só de seu amor é o que eu gostaria de saber...
além do gosto do seu beijo, do seu cheiro que eu tenho quase certeza
que é de rosa e das sensações que só sentiria ao seu lado!
De tudo que poderia ter sido e que é tão diferente ‘disso’
com que eu tenho me conformado!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...