Pular para o conteúdo principal

O PAPEL DO AMOR


Filhinhos queridos reflitam sobre o papel do amor
em nossas vidas!
Nesse teatro tragicômico grego e troiano!
Sem enredo, porquê, muitas vezes sem sentido
e com tantos finais!
O amor e seu papel importante como um protagonista
e tendo as ilusões como coadjuvantes!
Sendo a alma o espetáculo da união de almas gêmeas, caras-metades ,
entes queridos e até dos inimigos se quiserem 'se chegar'!
É o amor em seu papel principal na poesia ou na ‘vida real’!
Ágape na forma invisível de Deus e sensual quando esse é Eros!
Mulher na forma de flor, espinho se for paixão...
amor como mocinho ou mesmo bandido se o embate for com a razão!
Reflito sobre o amor e seu papel!
Às vezes tão inútil em tempos de guerra!
O amor no circo dos sonhos e pintando você!
O amor em cena e encena seu espetáculo magnífico e que não permite máscaras,
fingimento e prepara maravilhas para o seu público em seu grande e tão esperado final!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!

ZANZA & BELERO

Lá no sub-bairro entre viela e varal, onde o céu tem mais fio que firmamento, há uma moça que sobe num vendaval todo fim de tarde, sem um lamento — Zanza, a dona de casa que voa no tempo. Belero a espera no terraço, rilhando o casco alado no azulejo gasto. É branco, reluzente, de prumo brando — pégaso vindo, talvez, de algum pasto entre Helicon e os quintais do Encantado. As comadres param o mexido na panela: — Vixi, lá vai ela de novo na asa! — Não é aquela a mulher do Protético, a bela? — Ele deixa, mas disse: “Não passa de casa…” Só que Zanza some no céu feito brasa. Prometeu voar só até a padaria, mas deu voltas ao mundo num trote leve: salta arco-íris, faz curva em nuvem fria, grita “Arroboboi!” pra Oxumarê, tão breve, e volta só depois que o sol já se atreve. Apolo, dizem, mandou-lhe bilhetinho — Hélio piscou da carruagem flamejante. Ela voa entre astros com jeitinho de quem pendura roupa e, num instante, vira dríade em amoreira ofegante. Talhada a malhação, como Salmacis formosa...