Pular para o conteúdo principal

'SINÔNIMO DE COMUNHÃO'



Aprendi a amar e agora ninguém me segura
a não ser um 'abraço apertado' e apaixonado!
Entendi as coisas que falam e se movem com o coração...
coisas além da compreensão, razões desconhecidas
pela própria razão, que são identificadas em simples gestos
e que fazem do 'se entender' um 'sinônimo de comunhão'!
Aprendi a amar, mas não queria que tal aprendizado
ficasse 'só pra mim'...!
Gostaria de compartilhar, nunca vender, mas sim distribuir...!
Num aprendizado cujo verbo é só amar e a matemática somar,
multiplicar, subtrair(beijos) e 'dividir' no sentido de repartir!
Mas para se aprender a amar às vezes tem que se saber sofrer...
se permitir de vez em quando chorar, cair e levantar, superar e vencer!
É uma lição que também pode ser passada pela vida...!
Que se aprende com a prática, com os erros e nunca deve ser esquecida!
E agora que eu sei, quero que o mundo todo também saiba...!
Deixando nossas iniciais pelas árvores, areias, estrelas e infinito...
esperando sermos tomados de exemplo num legado de amor
que resista ao tempo e seja passado entre as nossas gerações
e chegue aos confins mesmo não tendo um fim!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

LILI

'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior,  tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro'  ao chão,sonhando em pedras,  no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...