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COM MOLAS EM MEUS PÉS

Ao primeiro sopro de quimera 

Fuzis e elefantes vindos advindos e bem vindos 

Da indochina Indonésia de vácuo e de avião 

Um ar rarefeito dá sopro de vida a multidão!

Kandahar onde quero estar com molas em meus pés... 

Imito cangurus de outros desertos 'mais austrais' 

Seremos índios nus e tão lindos em outros carnavais 

Ancora nas praias onde despojadas... 

Moras, brinca com as ondas sob o luar 

As bombas caem do céu e a explosão é em arroubo por onde não me alcançam generais, 

Sírios, belgas ou de onde houver falsa paz 

Também vou andar pela orla das praias de outras caravelas 

Conhecer outros conquistadores, colonos ou colonizadores 

Me tornar pescador e pregar a palavra querendo ou não o mundo me ouvir!


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#POESIA

Ó poesia com que escrevo e expresso Sonho e transmito de uma forma escrita Na mente 'estala' e na minh'alma grita! E ganha forma, letra, prosa e verso! Fala de amor e o coração palpita A solução prum mundo tão perverso De forma online ou num papel impresso... Grito que acalma toda a gente aflita! Que em forma de uma inspiração se chega! Se transfigura num tão lindo amor! Faz suspirar, mas não porque 'se ofega'! Dá ritmo a um texto, uma nota ao cantor Paixão e delírio numa mente pega! Faz de um poeta a sua voz e autor!

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Hoje eu brinco de escrever... De pintar e bordar meus sonhos Rabiscar feito criança Fingir ser feliz... e ser! Faço jogo de palavra Deslizo pela gramática Transformo e invento sentidos! E sem um 'abracadabra'! Sou herói e meu próprio vilão Creio em fadas e no amor Não dou papo pra tristeza Mas tropeço na paixão! Faço da escrita minha 'arte' levo palmadas da vida Aprendo, e se erro, rasuro Finjo achar que a dor faz parte! 'Brinco' e assim me comunico Pego o que a vida me apronta 'Deixo no pique' o legado! E muito alegre então fico!