Pular para o conteúdo principal

ESSA 'COISA' DE AMAR

 

Que Deus me proteja ou mesmo me livre

Dessa 'coisa' de amar!

Que começa não sei como, vinda não sei de onde

E nunca se sabe onde vai parar!

É uma força, algo surpreendente e espontâneo...

Sem explicação, porquê, mas com suas razões!

Um mal necessário do qual qualquer um se acomete

E que se pega no ar, num olhar e na troca de beijos!

Como funciona essa coisa de amar?!

Sua fórmula química, alavanca, freio de mão...

Um manual para ter o controle da mente, truque para domar o corpo

E manejo pra lidar com o coração?!

Essa coisa de amar inventada por um deus 

E pelos homens tão usurpada na forma de paixão!

O mal do século para alguns poetas, um bem maior que se faz a si próprio

E a um semelhante!

Deus me abençoe por essa coisa de amar!

Por sofrer por quem amo, 'chorar de alegria'

E com esse estranho dom, a ele me igualar!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!