Pular para o conteúdo principal

O AMOR NÃO TEM SENTIDO

Não tem lógica, não tem moral...

Não tem porque, é um mistério, é qualquer coisa

Ou 'sua' razão de ser!

O amor não tem sentido já que desfaz de muitos deles

Começando pela visão!

O amor não tem sentido apesar de ser um sentimento

E entorpecimento na forma de paixão!

O amor não faz sentido, mas se faz!

Não se sabe a origem, o dono, a causa, o paradeiro...

O amor está no ar, nos corações e no mundo inteiro!

Onipresente, independente, livre, universal e incondicional!

Não tem enredo, não tem lei, mas está escrito nas estrelas!

O amor não tem sentido, mas pode dar sentido a vida de alguém...

O amor não faz sentido porque quem ama não sabe o que faz, fala,

Às vezes não sabe escolher, mas sabe o que quer!

O sentido do amor é o mesmo de um sonho!

O amor nem sempre se entende... se 'subentende', nos submete...!

Não fala, mas se mostra presente, é uma descoberta, uma suspeita, uma afirmação

E uma felicidade!

É o maior dos sentimentos que às vezes se mostra em pequenos gestos.

O amor perde o sentido quando se tenta entendê-lo ou detê-lo!

O amor não tem sentido, mas é de fácil compreensão...

Se compreende num beijo, num abraço, olhar, sorriso, suspiro, e compreende

Toda uma relação!

Não tem causa, mas tem efeito!

Não é um ser, mas é alguém no mundo com todos os seus defeitos!

O amor não tem sentido, mas se tivesse, este seria um outro peito!

O amor não tem que ter sentido, tem que ser sentido, falado, escrito, feito,

Praticado e vivido!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INVERNO DE '07'

E lá estava você... No lugarejo que então sempre esteve E até eu te perceber! - Poesia aos seus pés não se 'disteve'! Me movendo a escrever... O deslumbre que até hoje se manteve...! E insiste em me envolver! De 'mini' mesmo no inverno que teve! - 'Ave pernalta' tão linda de se vê! Meu amor não se conteve!

'FLERTE ALGORÍTMICO'

Vi tua vida em janelas quadradas, algoritmo gentil me trouxe você — como quem assopra cartas embaralhadas e entrega o naipe que não se pode prever. Não te conhecia, mas clicava em tua alma. Teu riso num parque, teus pais no Natal, teu corpo em ginástica, teu dia banal... E eu ali, pixel a pixel, invisível e presente — como espírito da máquina, fantasma obediente. Puxava assunto, às vezes bobo, às vezes doce, querendo só ficar perto. Tive a ousadia de sugerir um post: "Você nesse vestidinho... tomando um milk shake — com um céu lilás por perto..." E tu sorriste, mulher de fibra e filtro, disseste "quem sabe", como quem dança no abismo. Me empolguei: e se um dia...? E se o algoritmo fosse cupido, e os dados virassem destino? Mas então... tua timeline silenciou. Não houve briga, nem adeus, só o sumiço — e aquele perfil estático como mausoléu. Fiquei olhando dias, como quem assiste ao fim de um seriado sem saber se era ficção ou realidade. Hoje, aprendi: que o feed é um...

SONETO A RENATA DE MARECHAL...!

Desse bairro daqui, bem na adjacência... Mas que eu queria ter como vizinha! Daquelas que se encontra na cozinha, E uma troca de lâmpada é 'emergência'! A minha condução, a bike que eu tinha... Que era movida a 'gás' de adolescência Que tornava possível a frequência De vê-la 'despojada' como vinha! Próxima àquela base, e outro 'avião'... Parece até exagero desse bardo E mais um conhecido de seu irmão! O seu 'short de praia' e saia cargo... Letra de um rock 'n' roll na empolgação; À 'irmãzinha' mais velha do Ricardo!