'Sob um céu que se curva ao pasto molhado, lá estava Lili, Elisângela Aparecida, a prima postiça de riso dourado, de estada incerta, viagem curtida'. Cruzava a cidade do interior, tão distante,por trilhos reativados de 'Ritiro' ao chão,sonhando em pedras, no leito errantedo Caminho da Pedra Preta, ilusão. Com traços de gueixa e origem africana, ela dançava entre barrancos ribeirinhos, nas margens do rio amarelo insana, num amor platônico de desalinhos. Um dia, sob um arco-íris tristonho, me vi no delírio de um pasto vazio. Ali, num sonho, no tempo bisonho, Lili surgiu, amor sem estio. Microssaia blue jeans, mini jeans justa, coxas à mostra, feitiço e furor. E sem perceber, num descuido à custa, a calcinha ao alcance, oferta do amor. Mas eu, Rei de Sião, de alma selada, seguia distante, na minha indiferença. Entre garças em bando, na terra lavada, fugindo ao seu trem doido de crença. Na casa dos meus tios, ela rondava, viola caipira tangia no fundo, o rock rural na sa...
Dan!! Que delícia de poema!!
ResponderExcluirMe diverti muito!!Poeta é mesmo espetacular! Olha só o que vc já fez com um pedacinho de pano!
Adoro essa sua imaginação fértil!
Muito fértil mesmo! Falo porque conheci alguns dos seus trabalhos e suspirei surprêsa com tanto conteúdo ! Quantas ideias!Que cabeça abençoada!!
Que dom maravilhoso!Você veio para nos alegrar com tanta beleza!!Mais uma vez quero te agradecer por êsse encanto de poema! Muito alegre e lindo!!
Muito obrigada Dan!
Que DEUS continue te dando essa inspiração e te protegendo
sempre!!Muito obrigada!!
Um beijooooo 😘
Muito obrigado, Mi...! Muito gratificante ler seus comentários...! Isso só me inspira mais e mais, assim mesmo como esse pedacinho de pano foi capaz de fazer...!rs Um bom feriadão, tudo de bom e volte sempre, minha amiga!
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