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QUADRA DA JATOBÁ!

Das terras do Pau-brasil Onde o que se planta dá! Ó a Rosana Jatobá...! Morena de encantos mil!

A RAINHA DO MEU CASTELO NO AR!

Se construo castelos no ar... então coroo-te rainha de um deles! No ar onde já está o amor! Num 'metaverso, nas alturas, nas 'estâncias poéticas' e sobre Utopia onde tudo é flor! Um castelo para essa Rainha com uma 'auréola' ao invés de uma coroa...  nesse castelo no ar sob o céu da sua boca e onde me poria aos seus pés nesse inferno de amar! Um castelo no ar para essa mulher anjo...  que caiu ou escapuliu dum 'viveiro de mafagafos' num rancho estelar! Com 'luminárias de Óvnis', um jardim suspenso e 'fechado' com gnomos(seus irmãos) vindos do final dum arco-íris... com uma ponte levadiça ou 'aérea' entre as estrofes, sobre nuvens carregadas, a 'Camada de Ozônio'  e por onde passaria o seu Pégaso em direção ao sol! Um castelo ao ar livre como esses versos, impregnado do teu xedô, onde a céu aberto faríamos amor num 'conjunto residencial de signos'!  Onde só dá pra se chegar com um pensamento... com a Barca Solar, se ...

UMA VANNESSA NO JARDIM!

Vannessa em seu jardim...! Ao qual também se junta uma borboleta Sua xará e como essa primavera, ultra-violeta E com asas de querubim! Vannessa em seu jardim... Onde também há um pé de jasmim! Com flores também violeta ou de outras cores Combinando com mais essa e seu vestido... Sua elegância, a fragância, seus olores se misturando no meu cheiro preferido...! E com o meu beijo na maçã do rosto e o desejo no fruto proibido! Vannessa naquele jardim e 'na mira de Onisèwè'... Sob um céu com nuvem de borboletas e um arco-íris de Oxumaré! Pendurando outros mantos ou 'parangolés' fazendo de 'varal' a Linha do Equador'...! Sob um caramanchão, uma borboleta monarca num jardim suspenso e enlouquecendo o rei Nabucodonosor! Com as flores, cores, olores, sabores... todas as tendências e beleza da estação! O equinócio e o solstício, também somados ao êxtase e tendendo a se confundirem antecipando um amor de verão!

SOLITÁRIA ARTE

Solitária arte essa...! Com quem formo par, danço, aplaudo, e me faz cantar! Sendo o seu artista, entusiasta, lobo, agitador, ativista  e 'influenciador'! Que vens muito bem acompanhada de uma boa ideia da qual se formam palavras que se juntam formando um texto num todo! Solitária arte a qual me junto para que juntos possamos alcançar algum público! Solitária obra, solitário engenho, feito, gesto, apelo, protesto, iniciativa,  caminhada ou uma só flor que floresce até fora de sua estação! Tão solitária se mantendo numa gaveta, mantida reclusa com aquelas coisas mais íntimas  ou 'reprimidas' até serem liberadas com seus versos livres, sem restrição ou com escansão! Solitária como uma dor que deveras sinto me chamando 'Jacinto' tendo a rima menos a solução, e até a própria alegria quando essa não contagia! Solitária, 'solilóquio', solo de guitarra, sonata, soneto e como quem dedica a lua uma serenata! Acompanhada pela banda do 'Sargento Pimenta', a...

QUADRA DA ESCOLA NORMAL('SEGUNDA CHAMADA!')

Minha linda normalista... Saia, giz e apontador! Formada ou brotinho em flor! Que logo a todos conquista!

LILI('HARPIA DO MURIAÉ!')

Retiro do Muriaé Pétala daquela frô Lírio 'que deu bem-me-quer'! És Elisa e Ângela,  sô ...! Metade garça, outra metade mulher!

SONETO A ALINE PACHECO

Na cor pecado e nos seus lábios mel! Sorriso doce, natural, brejeiro... Dengo, gingado e aquele ar faceiro! E a boca... quero 'mergulhar' no céu! Cor que remete carnaval, pandeiro... Flecha, cupido e prontidão no ilhéu! Especiaria selvagem, cruel! Originária do amor tão inzoneiro! Fiéis na rede, a pesca foi recorde! Aos pés de tão linda imagem tupi... Com outras tribos, e quem mais concorde! Cor do Oriente e do Saara 'ali'! Com um dos véus branco, e alaúde acorde! 'Ginga odalisca', mas no céu, 'Jaci'!

'VISTA DE TERESÓPOLIS'

A tantas 'serras daqui'... Num 'azul imperial' Que avistado do quintal Parecia 'logo ali'!

O CASTELO NO AR

Bem-vindos a esse meu castelo no ar! A essa tão ampla e humilde instalação feita somente de ar,  nas alturas e do tamanho de um sonho alto, com uma abóbada celeste, 'estufa', um chão de estrelas,  cobrindo toda a vastidão... também com esquina para a casa da Nilcea de onde ela sai com algum vestidão! Na rua dos bobos da corte, na encosta e barreira do som e fúria, mas sem chão se se ver todo um sonho se desmoronar! Um castelo no ar dentre os tantos que construo, já construí, possa construir, ver ruir ou 'se dissipar'! Edificado sobre uma nuvem que passa, de 'estilo nefelibata', feito do que imagino, coloco na cabeça, acredito...  de oxigênio, carbono, celulose, inspiração e do mesmo material que são feitos os sonhos mais lindos(e delirantes!) Com vista para além do arco-íris, para um mar-de-rosas e próximo a linha do horizonte com tráfego aéreo e saída para a Via-Láctea! Feito do que se faz de conta, com o que se propõe, presume, pretende... Com súditos imaginad...