Pular para o conteúdo principal

Postagens

A LIRA DOS MEUS ONZE ANOS

Soldadinhos de brinquedo De mentirinha cada tiro ou explosão... E irreais eram meus medos! Inocente, sem paixão... Um mundo feliz sob minha 'reinação'!

A LIRA DO MEU AMOR

  Tão lírico sentimento! Contido e partido do fundo do peito! Eterno num só momento! Paixão que pega 'de jeito'! E é 'febre' ou coração partido, e de leito!

FADAS ENDIABRADAS

Versos que me vêm pela madrugada Sem que eu esteja preparado... desprevenido Nem sabendo se estou mesmo acordado! Galopantes como um pégaso 'elisangélico' E na velocidade do amor... lento, Acontecendo, se chegando, criando asas, coragem E rapidamente se fazendo crer! As tonturas que se dão em volta do giro do pião... Em torno, em torno da mente, amálgama do ser... E mea culpa de sacristão... as amarras que se solta pra se viver feliz! Dou um pulo e um giro, ultrapasso o som, sua barreira e um 'arco-ís'.. de giz de cera! Será, sei lá... baforada de dragão, lobos e uivos sob a atmosfera e esse sertão luar! Ser tão longe ou tão perto desse peito aberto de amar O mar... sertão! Viva o sacristão piedoso ser enquanto eu esse odioso bufão de piadas velhas,  Mas que ainda possam ter graça! De um arco-íris deslizas fadas encantadas e endiabradas de tanto vinho do mais envelhecido que essa barba de Matusalém! Meus tantos anos que completo amanhã, e os tantos que já completei, que...

SOB MEU SOL DE CADA UM(LUSCO-FUSCO)

Um amanhecer reluzente...! A prova viva e radiante de que um 'amanhã' existe! Este veio logo depois de anteontem... Quando a luz meia-luz se apagou... e pra quê chorou?! Não tarda mais um crepúsculo... E daí...?! Dormi e acordei 'luscofusco' pensando e ofuscado À meia-luz da quimera, de uma lua de São Jorge E algumas estrelas, pedidos e 'quem deras' Para aquela que se desprende, desgarra e desapega de seu rancho estelar Pra virar estrela do mar e algum marisco se ofuscar! Pobres criaturas 'irracional' iguais a qualquer ser vivente normal ou humano de água e sal! Novo horizonte de dois sóis sobre a fronte... Um nascer, meia lua, meia luz, delirante bússola deixa o norte e aponta o sul! A caravela naufraga sobre um espelho d'água que também estilhaça... Sou romântico, beberrão dessa água que mina de uma fonte... 'fronte'! Esperança... germina flores rosas dos ventos estrelas que preferem essas cores... 'azul'! Ih, olha o crepúsculo aí, ...

AO TEMPO

Apenas um minuto de seu tempo... Tempo tão precioso que se perde! 'Tempinho que se tira' e já não volta! E nos determinados, paz, revolta! Surge um lindo luar ou um sol que se ergue! Para todo o propósito, o momento! Algo que já vivi ou reviravolta! No tempo que era assim, assado ou 'ferve'! Um tempo que já foi, mato, ou lamento! O tempo que não passa, para e volta! O tempo que levei, e o que me roubou! O que ainda não passei, e o que me sobrou! O meu, 'ao seu'... tudo e todos têm seu tempo! Que não se tem, nos cobra, e quer de volta! 

P-O-E-T-A

  'Poeta'... É como respondo quando me perguntam quem sou, o que sou O que quero e faço da vida! POESIA... Eu ando fazendo, escrevendo, falando, recitando, sonhando(acordado)! Poesia é o meu gênero, minha religião, vício, 'estado civil', ocupação, 'preocupação', legado! De ser, a razão, não sei a razão... de ser poeta faço questão! Se me perguntam, se querem saber, ler, visualizar, 'curtir'! 'Poético'... respondo se me perguntam como estou! Ao êxtase... se me perguntam onde vou! Com poesia dou forma de verso ou simplesmente escrevo Tentando expressar, exprimir ou fazer arte do que sinto, vejo, vi, vivi, vivo, 'venci' Ou gostaria de ver e viver! Me revejo como a criança que nunca deixei de ser entre meus sonhos, coisas e amores de criança Minhas coleguinhas ninfas 'saltadoras de elástico' com aquelas sainhas colegiais e 'ginasiais' já 'extintas', Mas que ainda preservo em minhas 'satíricas picardias'!  Poeta...

SONETO ONÍRICO

É onde tudo começa e não tem fim Felicidade existe e um bem perdura Até o amanhecer sua alegria dura! E me embala uma musa ou um serafim! Lá eu vivo um grande amor e outra aventura Sol, mar a favor, sem tempo ruim! E tudo e todos bem perto de mim E só nos pesadelos desventura! Deixo de ser poeta 'pra viver'! Deixo de ser tão triste para amar! O imortal que de amor pode morrer! Onde se vê o impossível... seu raiar! Só o bom e o do melhor me acontecer! É lá... no incrível reino do 'sonhar'!

SOBRE MULHERES E FLORES

São mulheres e flores que enfeitam a vida! E seu jardim de amor, paixão e tantos espinhos! Exalando alegria apesar da ferida… Da briga com o cravo pelos seus caminhos! São flores em vocês… vejo e sinto o cheirinho! Em seus cabelos, vestes, estampas floridas! Flores frágeis e lindas com esse jeitinho! Que se cultiva a beijo e no Éden são colhidas! São as rosas que falam e nos pedem amor! Margaridas, Marias… a vida de alguém! De perfume e beleza, aliviam a dor! Flores de 'bem-me-quer' e que nos querem bem! São arranjos e buquês que nos cobrem de olor…! Por levarem seu mel, nos atraem também!

O DIPLOMATA PARVO

Quero viver mil amores  E até onde não alcança, se espanta, confunda o saber!  Das fontes mortas de peixes falantes Mil também são os elefantes Com os quais me dou muito bem! Me entrego e faço o bem maior... A essas estrelas cadentes que se perdem, pendem e evaporam pelo ar... ou entre dentes!  Pelo ar também está o amor...! Pelos ares outras paixões, outro clamor... ardor de desejo e sol de não sei onde! Lá da meia noite, escandinavas dinamarcas e também tem uma fonte...! Bebo e mato uma sede que não tenho! O Diplomata Parvo, Saduceus, História Antiga assim como esse amor meu?  Não tem guerra não tem espanto...  Caças, esquadrilha acrobata...Barreira do som, que se impõem, opõem... Deu me juntar ao vento, mil amores coloco agora no bolso junto com aquela estrela.. ih, já se apagou!  Mas o que é amor eu tenho ou levo em mente!