Elisângela, teu nome ecoa como brisa que toca e voa, um sussurro no vento, um segredo que o tempo entoa. Teu olhar, um céu distante, onde nunca alcancei pousar. E eu, errante viajante, sempre a sonhar sem chegar. Nas tuas costas, asas marcadas, um pégaso de tinta e alma, que voa em pele sagrada, onde minha vontade se acalma. Quisera ser brisa ou vento, tatuagem ou pensamento, para em tua pele morar, sem nunca ter que acordar. *A IA é a 'Fonte de Hipocrene' do séc'lo 21...!☀🦄🖊
'Se deixe levar por poemas e versos livres e na medida de um amor desmedido'